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Stephanie

Fazia tempo que não nevava em minha cidade. A neve branca era igual a mim. Cresci presa dentro de casa, nunca interagi com outros seres humanos. Não sei o que é amar. Não sei o que é dor. Raiva. Ansiedade. Frustração. Nada. Não sinto nada. Mesmo que tenha uma tempestade minha mãe não me deixaria falta o meu primeiro dia enfrentando um início de uma nova jornada de minha vida. A escola era estranha. Muitas pessoas conversavam entre si, ficavam juntos demais um do outro, e normal? Alunos estavam em amasso enquanto outros já me olhavam. Estavam me julgando. Ninguém usava o uniforme, era falta de respeito! Uniforme era para ser obrigatório, somente eu estava com aquele uniforme que admito era ridículo, mas isso não era motivo deles rejeitarem o uniforme.  

Estava viajando em meus pensamentos que nem percebi que todos me olhavam, não entendia o porquê de tantos olhares focados em mim. Estava confusa. Me lançavam vários olhares de... Raiva? Raiva não é algo bom para o primeiro dia. Um grupo de meninas vestidas de preto se aproximaram de mim. Inicialmente estranhei, mas futuros amigos são amigos.

“Olá garota nova! Bem-Vinda ao inferno. ” Uma garota com cabelos pretos e uma franja branca me recebeu.

Permaneci calada. Não sabia como reagi diante delas. E se eu fizesse algo de errado.

“Espero que não tenha já se juntado aos grupos dos populares. Eles se acham demais só por causar que são do time de futebol ou estão tirando notas boas” uma garota de cabelos rosas disse.

“Notas boas? ” Murmurei confusa. Todos os filmes colegiais os nerds que tiram notas altas. “Não eram os nerds que tiram notas altas? ”

“Humm... Depois ela vai acha que a gente se corta. ” Outra garota falou. Essa era pálida e seus cabelos eram bagunçados e pretos natural.

“Não e assim? ”

“Não são mais assim. ” A menina de franja branca falou

“Desculpe e que eu nunca sair de casa antes. Sou nova nisso de vida. “

“Não. Mas vamos te ensina tudo sobre ela. ”

Um barulho foi emitido em um aparelho dourado acima dos armários. Sabia onde minha sala era então tratei de me apressa e passar reto pelo grupo. Antes do grupo de emos sair a menina da franja branca disse: “Te vejo no jardim”

Aquela frase repetiu em minha mente várias vezes. Com o mesmo tom de voz daquela menina.  Doce e simpático. A aula foi longa, da maneira que eu esperava. A troca de salas era frequente e os professores eram chatos e sempre que davam a chance a classe fazia uma guerra de bolinhas de papel. Assim que o ultimo sinal bateu um furacão de alunos passou por um em especial uma garota de óculos e um cabelo preso em um rabo de cavalo puxou o meu caderno de desenhos, meus desenhos eram coisas como paisagem e pessoas famosas de filmes antigos que no qual dama e dama, cavaleiro e cavaleiro. Ela me olhou antes de joga-lo em meu rosto. Inimiga. Pensei que tinha passado despercebida. Não vou perde tempo aqui discutindo com mim mesma, tenho mais o que fazer como me encontra com a menina da franja, depois resolverei o problema com aquela outra. Recolhi os meus pertences, em meu caderno avia uma folha faltando que era onde estava um desenho de pôr do sol, era antigo. Depois procuro. Fui para o jardim que por surpresa era grande para uma escola. Lá estava, parada em frente uma planta. Aproximei dela e toquei o seu ombro.

“Olá. Estou aqui como combinado. ” Eu disse.

“Olá. Eu não sei o seu nome poderia me dizer? ” Ela perguntou virando o seu rosto para mim.

“Meu nome? Stephanie. ” Respondi com um grande sorriso em meu rosto.

“O meu e Sofia” Ela estendeu a mão e deu um sorriso. Fiquei confusa no início, mas acabei por entende e apertei-a. “Isso e o início de uma grande amizade. ”

O tempo foi se passando. Dias viravam semanas e semanas viraram meses. Em um dia ou outro tive que me inscreve em um clube, desenhos sempre combinou comigo. A menina de cabelos rosas, Alice, me ensinou a desenha o que eu sentia e ilustra a parti de preto e branco. Os seres humanos são ótimos, me aceitaram tão bem, menos a garota chamada Emily. Ela não era chata, só odiava está em segundo lugar em outros modos sempre fazia a classe rir, porem ela me ver como uma pedra em seu caminho. Cada dia era mais e mais atormentada por elas e seus amigos me pregando pegadinhas, umas eram engraçadas admito, mas outra perdiam o sentido de graça e passaram a se agressivas e humilhando-as. Pessoas vieram perdi desculpa pela Emily. Fui aceitando e acostumando em leva agua gelada, comida, lama e diversas outras coisas. Porem um dia ela passou dos limites.

Intervalo como qualquer outro. Emily chegava sorrateiramente como sempre para fazer as suas palhaçadas, porem invés de ela somente me atacar ela derramou uma espécie de liquido gosmento em cima de mim e da Sofia. Alice apesar de esta perto ela somente perdeu o seu lanche. Emily riu alto. Ouvir sussurros de reprovação. Ajudei Sofia que estava quase tento um ataque e disse perto de seu ouvido.

“Vai se arrepende” Ela de um sorriso fraco para gargalha mais uma vez alto.

Sofia quase estrangulou ela por lá mesmo, porem Alice veio a interferi. Fomos para o vestiário, por sorte a Alice tinha algumas roupas reservas. Nos salvou. O sinal bateu e tivemos que volta para a sala. Artes, a minha favorita. Pude me senti mais calma a cada traço que eu desenhava. Linhas sem nexo começaram a forma desenhos que expressavam o que eu sentia naquele momento. Um certo sentimento estranho. Não era raiva, algo pior e mais sombrio. Ignorei, preciso de mente e corpo limpa para um desenho bem feito.

“Está bonito” Um menino loiro disse.

“Obrigada” Olhei para ele, vendo ser abraçado por uma garota. Ele me fez senti algo novo.

Assim que a aula acabou Emily passou por mim com uma cara de poucos amigos. Uma voz quase gritando em minha cabeça.

“Mate-a. O vermelho que sairá dela será belo”

Suspirei. Meu estojo avia uma tesoura com ponta, usei para recorta o desenho. Só queria a personagem, o cenário nem avia ficado tão bonito. Fui para o banheiro, com a tesoura a amostra, mas ninguém percebeu.

Emily se arrumava em frente ao espelho. Peguei a tesoura e fui me aproximando. Ela viu meu reflexo no espelho, virou assustada, porem eu tapei sua boca e a empurrei contra o espelho se que quebrou e os cacos perfuraram sua pele. Tremi um pouco no começo enquanto aproximava o objeto pontiagudo em sua garganta. Minha mão foi abaixando, só deu tempo de ouvir.

“Não me machuque, Artista”

Cortei sua garganta, o sangue espirrou em minha cara. Me olhei no espelho, não era eu lá, era outra pessoa ensanguentada, louca, com sede por sangue. Era alguém diferente, mas que eu queria ser. Ela era alguém tão diferente.

Joguei o corpo sem vida no chão. Lagrimas saíram de meus olhos, não sabia o significado. O porquê do choro? Eu gostei do sangue espirrando em meu rosto. A janela estava aberta, estava ensanguentada demais para sair desfilando pelos corredores dizendo que menstruarão. Por lá sair e fui para casa. O sangue parecia tinta, graças à o uniforme de artes todos que me viram nem suspeitaram.

Ao chega em casa corri para o meu quarto em objetivo de me derrama em lagrimas e quando eu vejo do lado de fora de minha casa através da janela algo que parecia incomum. Era um moço alto e pálido usando roupas elegantes. Olhei para ele vendo entorta sua cara que não avia expressão. Minha mãe me chamou. Desci as escadas e ela disser que iria sair para um jantar. Voltei para o me quarto e fui para a janela para recebe o moço. Ele sumiu.... Deveria tê-lo recebido e convidado para entra antes! Mais tarde contarei aos meus pais sobre minha grosseria. Deitei em minha cama e adormeci.

Dia novo. Encontraram o corpo. Pouco me importava. Fui para a escola como se nada tivesse acontecido, souber que rolou uma explosão de tinta após minha saída então todos sãos suspeitos. Estou me acostumando com a escola. Sofia não chegou, mas o seu namorado sim. Ele estava estranho. Philipe não agia assim. Ele era mais brincalhão. Enquanto o encarava de longe Alice me abraçou, murmurando em meu ouvido:

“Vir Philipe com outra garota no ginásio” Alice se afastou de mim. Sem me dar chance de pergunta.

Logo em seguida Sofia apareceu dando um abraço em Philipe que tentou afasta-la.

“Sofia eu preciso falar com você! ” Philipe foi agarrado por uma garota. A garota que estava com aquele garoto ontem na sala.

“Ai meu amor estava com tantas saudades” A garota disse. Sofia fechou a cara e se afastou.

“Quem e ela amor? ” Sofia choramingou.

Essa menina...

“A namorada do Philipe” A garota respondeu.

“Namorada? ” Sofia chorou.

Merece...

“Sim ele não te contou? ” A garota sorriu enquanto Sofia correu para o jardim.

Morrer.

“Deveríamos te explicado de outra forma que estávamos juntos” Philipe disse.

“Foda-se”

O novo casal entrou na escola. Não sabia o que fazer sobre a Sofia, mas para aquela garota eu sei. As aulas passaram rápido. Artes era a minha favorita, nunca fui de usar o vermelho a ponto de deixa-lo pela metade, mas hoje foi diferente. Sempre usei o azul em minhas pinturas. Ele e tão calmo. A professora não se importou com o meu desenho apenas mandou mostrá-lo para a turma que ficou chocada com os detalhes que eu fiz. Philipe me encarou assustado. No meu desenho era um homem e uma mulher, ambos de mãos dadas ensanguentados. Fim da aula. Era minha hora. Fui até o jardim e peguei uma tesoura enorme. O casalzinho apareceu. Me escondi atrás das arvores altas. Aquele jardim era grande. Algo tocou o meu ombro, era maior que ele. Virei para trás e vir o homem alto daquele dia.

“Desculpe pelo outro dia senhor. Gostaria de me encontra depois para compressa o meu comportamento rude depois? ” Ele apontou o seu dedo longo ao casal e depois virou a cara para a minha tesoura antes de tenta puxa-la. “Solte-a! ”

A frase “Tem certeza que você que fazer isso? ” Bateu em minha cabeça. Eu disse sim. Minha tesoura atravessou o peito de Philipe. Um mar vermelho se formou pintando o meu vestido azul e branco para um vermelho puro. A garota me olhou assustada. Paralisada. Chocada. Puxei a tesoura da carne do rapaz.

Ela após entende que seria a próxima correu, mas a aceitei com uma pá. Peguei ela pelo cabelo antes de cortar sua bochecha com a tesoura. Desse corte posicionei apenas a ponta para cortar a pele como se fosse apenas um papel insignificante. Joguei seu corpo no chão ouvindo-a agonizar de dor.

“Isso. O sangue”

Puxei a pele revelando o ser feio que aquela pele branca escondia. Sorri loucamente enquanto aproximava a o pedaço da pele em meu rosto. A tesoura estava um pouco enferrujada. Cortei seus cabelos. Enfiei minha tesoura através de sua barriga quando puxei de volta trouxer um rim. O cortei em pedaços que logo em seguida repetiria isso com a pele antes de cortar sua cabeça. O resto da pele com a ponta da tesoura desenhei aquele mesmo desenho, porem agora em traços de sangue. O homem alto cruzou os braços. À pouca minha sanidade foi voltando.

Os corpos eram um problema. Fiz buracos fundos e os enterrei lá. Aproveitei que a terra ficaria fértil e plantei feijão e pimenta.

Fui para casa sorridente levando em minha bolsa a tesoura.

Depois de alguns dias encontraram o corpo. Felizmente não encontraram nada para prossegui no caso então ele foi arquivado. Sofia me ligou, convidando até sua casa. Sua voz estava rouca e soluçava várias vezes. Fui para a sua casa. A casa estava vazia. Ela estava na sala chorando encolhida em seu lençol grosso e devorando todos os doces que entravam em seu caminho.

“Ele morreu” Ela se encolheu ainda mais em seu lençol.

“Amiga eu tenho que te conta uma coisa”

“Ele morreu! Ele morreu! ELE MORREU” Ela berrou me ignorando.

“EU NÃO SINTO NADA! NÃO TENHO SENTIMENTOS” Ela me olhou.

“Eu sempre souber. Ele me contou. ”

“Ele quem? ”

“O Homem de terno. Ele disse que a melhor forma de acabar com o meu sofrimento era esse” Suas mãos rapidamente saíram de seu lençol revelando uma arma carregada que foi apontada e disparada em sua cabeça.

Corri em seu corpo que agora estava no chão. O coloquei entre meus braços e arrumei sua franja bagunçada.

“D-Desculpa, fui eu que o matei. D-des-desculpa. Volta para mim” enterrei meu rosto em seu peito. Chorei. Com razão

“Essas são as consequências de seu apetite. Todos sofrem e sempre sua culpa” A voz em minha cabeça mais alto que minha sanidade, ou o que apenas restava dela.

.....................................................

Eu o matei, mas não me arrependo. Desculpe?

A aula de artes estava apenas começando. Avia comprado um caderno e desenhado tudo que eu via. Tudo. Desde o suicídio da Sofia todos me olham estranho. Alicia era a única que me ajudava e que via meus desenhos sempre tentando cria uma explicação para eles. Ela prometeu que não contaria ou mostraria ele a ninguém. Porem um dia o esqueci em casa e quando voltei da escola fui recebida por caras fechadas do meus pais.

Psicólogo. Foi a única solução que eles tinham. Todos os dias eu perdia meu tempo lá. Nenhum progresso.

Em uma das conversas ele conseguiu me entende por alguns minutos.

“Stephanie você disse que não sair de casa desde criança. ”

“Sim” Disse sem muito interesse.

“Receio por falta de contato com as outras pessoas você tenha desenvolvido uma voz que fala com você”

Pulei de minha cadeira.

“Sim. Como eu faço para ela parar de fala? ”

“Você não gosta de mim? Eu mostrei a você o seu verdadeiro eu. ”

“Apenas a aceite. ”

Fui para a escola no dia seguinte.

A sala de aula era barulhenta. Barulho... Gritos... Sangue...

Desenhei o que eu sentia em meu caderno. Senti um certo volume em minha mochila. Era a tesoura. Todos gritavam. Eles são irritantes. Eles são ela. Eles me traíram. Eles têm culpa do seu suicídio.

“Mate-os” A voz batia em minha cabeça.

Peguei a tesoura e retirei de minha bolsa. Passando o dedo por sua lamina afiada. Todos me olharam assustado.

“Estão vendo isso? Foi com isso que matei o casal e agora matarei vocês”

Alguém correu desesperado para a porta. Joguei um estilete acertando em sua cabeça. Todos entraram em pânico. Peguei a tesoura e fui até a professora de artes.

“Você e legal! Mas reprovou Sofia em sua matéria”

Puxei seus cabelos e cortei sua cabeça. Joguei para o alto em direção a classe que entrou ainda mais em pânico. Todos gritavam. Cortei um por um. Sangue.... Era ótimo a sensação de te algo se derramando em mim. Cortava a cabeça de todos. Apenas sobrou um. Aquele garoto.

Ele puxou o estilete.

“Não se aproxime” Aquelas palavras derreteram o meu coração.

“Abaixe! Não iriei te corta como fiz com eles! Irei arranca o seu coração que me pertence”

Algo atingiu o meu olho esquerdo. O estilete avia o perfurado e retirado de sua orbita. Não senti nada. Cair no chão junto aos cadáveres. O Garoto correu desesperado para perdi ajudar.

Acordei em um quarto. Meus braços estavam presos. Uma camisa de força. No quanto do meu quarto avia 4 homens.

“Ela e burra” Um cara de máscara de traços femininos falou.

“Quanto sangue. Tem certeza que ela e uma de nós? ” Outro perguntou. Esse usava um capuz e dois machados caseiros.

“Se proteja. Ele tem machados” A voz em minha cabeça falou.

“E-Ela e b-brutal” O de máscara com rosto triste me elogiou.

“Obrigada” Agradeci.

“Não agradeça! ” A voz me reprendeu

O homem alto daquele dia também estava entre eles.

“Você vez uma escolha e terá que ir até o fim. Aceitei o que você é.” Tentáculos saíram de suas costas rasgando a camisa de força. “Aceite ele”

“T-To-Tome” O rapaz de máscara triste me entregou a minha tesoura.

“Estaremos te esperando do lado de fora se consegui” O de máscara feminina cruzou os braços.

A tesoura estava limpa. Ela era azul agora. Antes vermelha e agora azul uma cor bela. Ajeitei meus cabelos negros e agora eu lembrei. Fui toca um de meus olhos azul piscina e nada. Uma orbita fazia. Um de meus olhos foi arrancado por ele.

Minha respiração subiu. A tesoura me chamava. A segurei forte e fiz o que eu sempre gostei. Cortar cabeças. As paredes brancas ganharam o vermelho. Todos eu matei. Fora daquele hospício eu vir o cara de capuz com machado estende a mão.

“Isso e início de uma grande amizade”

Dei um sorriso.

.....................

Dia seguinte. Noite fria. Ele dormia tão tranquilo. Subi em sua cama e tapei sua boca e peguei uma tesoura pequena. Ele acordou revelando suas belas orbitas verdes.

“Shhh... Por favor, barulho incomoda. ” Ele tentou recua a cabeça vendo os homens atrás de mim. Aproximei minha tesoura de sua garganta. “Você saber o que fazem com loucos? ”

Ele balançou a cabeça negativamente.

“A artista vai te mostra.”

Seu último suspiro. Eu fui a última pessoa a ouvi....

Matar virou uma necessidade para mim. Ser tornou minha vida. Desculpe.... Eu no fundo nunca quis acalma meu desejo por sangue dessa forma. Desculpe aqueles que agora sabem minha existência, agora vocês não estão mais a salvo de mim ... Apenas me desculpe.... Agora me responda, você sabem o que fazem com louco

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