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Uma nova creepy pra vcs depois de tanto tempo!

______________________________________________________________________________________________________________Silentium. Silêncio. É só isso que se pode ouvir de uma pessoa muda, não é mesmo? Mas...E se essa pessoa estiver pensando coisas que são tão cruéis sendo imaginadas quanto descritas? Foi isso que a psiquiatra Ann Sullivan descobriu, mesmo depois de seus 12 anos de carreira.

Ann estava trabalhando em um caso muito especial no hospital psiquiátrica na Lousiana, Nova Orleans. Era um quebra-cabeças sem fim. Um homem mudo conseguiu fazer a esposa cometer suicídio. nem se expressar, escrever e nem falar. Sendo a única pessoa na cena do crime, foi declarado culpade é incapaz mentalmente. Ann não conseguia entender como um mudo e quase analfabeto conseguia ser culpado por um crime tão cruel. Na sua última sessão, se comunicava com o culpado de forma simples: ela fazia as perguntas, uma piscada significava sem é duas significava não. "Muito bem, Carl. Preciso que me fale tudo direitinho, está bem?" O homem piscou uma vez. " Você amava sua esposa?" Uma piscada. "Você estava com ela no dia que ela faleceu ?" Uma piscada. "Você sabe quem matou sua esposa, Carl ?" Mais uma piscada. "Foi você que fez a sua esposa se matar?" Mesmo hesitante, Carl piscou. "Mas... Você escreveu algo?" Dessa vez, duas piscadas. "Gesticulou? Fez algo?" Duas piscadas. Ann, confusa, tirou seus óculos e se voltou para Carl. "Como é...Carl, se você não se mexeu, não falou nada nem escreveu nada, como... Como fez a sua esposa se matar?!" De súbito, uma vóz começou a ecoar no cômodo. "Sabe, é interessante o que um olhar dentro dos olhos de alguém pode ser poderoso..." A psiquiatra, tremendo, largou a prancheta e olhou em volta. "Q-Quem está aí?!" "Porque está tão assustada, doutora? Só porque o silêncio cessou?" Ann procurava, desesperada, por aquela voz assustadora. Quando se voltou para Carl, seus olhos estavam vazios e sem vida. Em seu rosto, tinha um sorriso amedrontador. Subitamente, Ann não conseguia se mover. Não pelo medo. Ela simplesmente estava congelada. Então, começou a se movimentar involuntariamente. Primeiro, pegou seu cachecol. Em seguida, subiu em uma cadeira. Depois ,o amarrou uma ponta do cachecol na luminária do cômodo e a outra em seu pescoço. Em seguida, chutou a cadeira. No dia seguinte, encontraram-na enforcada. Carl havia desaparecido, porém, na parede, estava escrita uma única palavra: SILENTIUM.

______________________________________________________________________________________________________________ Oi, pessoal. Espero que tenham gostado. Me desculpe se a história ficou ruim. Eu tô meio enferrujada, rsrsrs ^_^. Boa noite e bons pesadelos! _L919

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