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Você já se perguntou o que realmente há debaixo da cama?

Quando você era criança, possivelmente havia medo de tais monstros como o Bicho Papão, se escondendo embaixo de suas camas, certo? E se eu te contar que nada disso é real? Você já se perguntou o que há debaixo de sua cama quando criança? Irei contar tudo isso á vocês, a verdade sobre todos esses mitos.

O real medo

Quando eu era criança, minha mãe sempre me disse "Nunca olhe de baixo da cama se não quiser ter medo", nunca entendi se era para me amedrontar ou encorajar, mas eu sempre segui este conselho. Uma noite, não qualquer noite, mas a ultima noite calma em que estive, eu acordei, algo estranho estava acontecendo, eu sentia mesmo diante á escuridão, eu me perguntava : "O que é isto?" Assustado, eu vi um vulto, um vulto bem mais escuro do que ali, saindo de baixo da cama e parando na porta de meu armário, que ficava do outro lado do quarto.

- MÃÃÃÃÃE! - Gritei assustado, mas parecia que o som não saia, como se ninguém tivesse ouvido, eu repetia, gritava para minha mãe e meu pai, a medida que o vulto se aproximava, até que ele me alcançou, no mesmo momento, algo me pegou pelos braços, eu gelei na mesma hora, e algo aconteceu, uma luz surgiu de cima, era a lâmpada de meu quarto, e o que terá me agarrado era minha mãe, na mesma hora, um sentimento de felicidade e medo surgiu ao mesmo tempo, eu estava confuso, mas voltei a dormir.

O bicho-papão

Depois daquela noite, eu passava muitas horas acordado, com medo de que algo viesse me agarrar, eu comecei a criar Olheiras, e minha mãe se preocupava muito com isto, então ela deixava a luz acesa até ver que eu cai no sono todas as noites, uma noite, uma grande tempestade cortou nossa luz, e nesta noite tudo aconteceu, minha mãe deixou meu quarto bem iluminado com várias velas, e foi assim que dormi. CABRUM! Eu acordei assustado com um relâmpago que acertara a antena da casa ao lado, eu estava sonolento, e via sombras, muitas sombras, achava que eram minhas, pois estava com os olhos semi-cerrados, mas então, eu senti um leve arrepio na espinha, como se algo tivesse passado o dedo em todo o meu corpo e parado na minha nuca, e quando percebi, havia uma sombra á mais que a minha, uma sombra magra, muito magra, como se não tivesse ossos, a área do peito era grande, mas o resto do corpo era esquelético. Ele se contraia na sombra, eu virei para trás, não havia absolutamente nada. Estava ficando cada vez mais frio, a sombra continuava a me circular, eu me escondi debaixo de minha coberta, como sempre fazia quando eu ouvia algo estranho, e ouvi uma voz seca cantar, uma música horrível e medonha:

- Ooh, pobre criança, que sempre se esconde debaixo de suas cobertas, não sabe que podemos á puxar. Sempre medrosa, não me encara, sempre a se amedrontar, Ooh, pobre criança, suas cobertas não vão te defender, Ooh pobre criança, sempre a se esconder...

Uma sombra se projetava nas minhas cobertas, que mesmo grossas, eram quase que transparentes, ela pegou a beira, e a puxou, no mesmo momento, eu acordei gelado, era tudo um sonho, "Um... sonho?", pensei, e fui correndo á cama de meus pais, e deitei com eles, e contei meu pesadelo.

Quando eu descobri o que há debaixo de minha cama

A partir daquele dia, minha mãe me levava a igreja diariamente, tornando minha rotina, ela achava que eu tinha maus espíritos me acompanhando, depois de um ano, era Outono, eu estava brincando de noite, antes da hora de dormir, quando eu comecei a ouvir um assovio, com a mesma melódia daquela música. "Não por favor" penso eu quase chorando, quando percebo que o canto vem debaixo de minha cama, eu tomei uma pouca coragem, enquanto meu pai assistia Tevê ao lado de meu quarto, peguei uma lanterna, e a liguei embaixo da cama. Um grito mórbido, como se algo muito terrível tivesse ocorrido, dominou meus ouvidos, algo me puxava para baixo da cama, como se estivesse tentando se defender de mim, me levando junto com ele, eu gritava, gritava e gritava, meus pais chegaram, e no mesmo momento, me agarraram e facilmente puxaram eu para fora, eu contei sobre o que eu tinha visto, era uma névoa negra e sólida, que dava um arrepio só de ver, e quando eu percebi, o que era realmente, eu descobri que aquilo era Medo, eu lembro que antes de meus pais me puxaram, um sorriso malicioso e olhos vermelhos surgiram daquilo e me disse :

- Eu te vejo amanhã, e em todas as noites, sua coberta não protegera seus pés.

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