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Já era Meia Noite, meus pais ainda não haviam voltado de viagem e eu já estava preocupado. Nós Viajamos para praia e eu tenho uma moto, então voltei sozinho. Eu havia chegado Em Casa faziam nove horas, e eles ainda não Voltaram de Lá sendo que partimos quase na mesma hora. Eu fiz algumas ligações para eles mas Ninguém atendia. Não sabia o que fazer.

Depois de esperar mais um pouco e não ter nenhum sinal deles, eu resolvi refazer o caminho, decidi voltar até lá e descobrir o que havia acontecido. Já eram 00:30 e eu já estava no meio do caminho. Foi horrível. Haviam poças de sangue e pedaços de corpos todos despedaçados. Eu procurei ajuda,Mas Não Achei Ninguém

Eu me sentia em um deserto, as poças de sangue me levavam até o meio do mato, tudo o que eu desejava naquela hora é que aquele sangue e aqueles corpos não eram dos meus pais. De repente no meio das plantas eu ouvia um barulho, era como alguém correndo, eu podia sentir que aquilo estava se aproximando. Tudo o que eu pensei era em correr, e foi isso que eu fiz, olho para trás e consigo ver alguém, mas não era uma pessoa normal, aquilo tinha chifres. Era aterrorizante.

Consegui ser mais rápido do que aquela criatura, na primeira árvore que encontrei eu me escondi. Eu vi aquela criatura passando por mim, era muito veloz e parecia ter uns dois metros, em uma das mãos ele segurava ossos humanos, ainda haviam pedaços de carne. Eu consegui fugir mas aquilo me viu sair, jogou os restos humanos e tentou me pegar, mas parece que desistiu. Sem comida ou sem qualquer ideia de como sair dali, fiquei preso lá por dias, tinha medo de me encontrar de novo com aquele monstro, tinha medo de ser devorado.

À noite eu podia ouvir sussurros, gritos, gemidos e passos, era horrível, eu via vultos. Tinha esperança de sair dali vivo, embora não tivesse coragem de procurar saída pois tinha medo do que pudesse acontecer. Eu estava faminto, morrendo de calor ali, não tinha nada pra comer...apenas...restos humanos. Eu não tive escolha, eu precisava viver, então eu me alimentei de carne humana, isso foi o que me alimentou por dois dias.

Naquela noite eu criei coragem para fugir, já não aguentava mais ficar lá. Enquanto eu fugia eu via vultos, ouvia pessoas gritando, até que tropecei. Vi aquela criatura na minha frente. Ela me puxou. Lembro de ele ter arrancado minhas pernas, meus braços e por último ele rasgou meu pescoço.

Agora eu vivo no inferno. Ele está aqui. Bem na minha frente e eu não posso fugir. A polícia não sabe o que aconteceu e o caso nunca foi solucionado.

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