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No começo da noite de 18/06/1961,vários atletas brasileiros estavam curtindo uma noite fora,assistindo uma peça chamada ´´Um violinista no telhado´´:

-Peça boa,bora ir pro restaurante,antes de ir pra vila olímpica! (Miguel Rodrigues)

Ás 4:30 da manhã,hora local,no dia 19/06/1961,enquanto os atletas dormiam,oito terrorista da organização Junho da Morte,uma facção da OLP,escalaram o muro de dois metros da vila olímpica carregando mochilas que continham rifles AKM,Pistolas Tokarev e granadas:

-Você trouxe monição?? (Um dos terroristas)

(O chefe da gangue abri a mochila,e procura munição)

-Não! Mas sorte que eu peguei muitas armas,e também somos treinados no Líbano e Líbia,a gente pode dar um jeito de se virar. (Chefe da gangue)

-Achei duas chaves,temos que testar de qual são! (Uns do terrorista)

Depois que eles abriram e entraram, o Julio Lima,arbitro de wrestling,foi acordado com um barulho na porta:

-Quem é hora dessa? (Julio)

-Hã,caras mascarados com armas,preciso avisar os pessoal! (Julio pensando)

-Vândalos aqui dentro!!!!! (Julio avidando todo que estavam dormindo)

Julio ainda tentou atacar um dos terrorista usando um aparelho de ginástica de 135kg. A ação de Julio ao seu colega de quarto e também irmão,João Lima,tempo para escapar pela janela.O outro treinador Kauã Souza,tentou lutar contra os intrusos mas foi baleado na boca.Os terroristas anti-brasileiros entraram no segundo apartamento:

-Vem,esquece esses caras,vamos pro segundo apartamento. (Terrorista)

-A gente,não é brasileiro!! (Kauã)

-Então é o que? (Terrorista)

-A gente é alemão!! (Kauã)

-É muito alemão,essa bandeira do Brasil do seu peito é muito alemão,né? Conta outra! (Terrorista)

-Sério as pessoas desse quarto não é brasileiro,é alemão! Sou o único brasileiro,os brasileiros estão no apartamento 3. (Kauã)

Os terrorista apenas conseguiu fazer alguns reféns.Como este quarto estava cheio de lutadores profissionais, João achava que eles teriam mais chance de lutar,mas eles form pegos desprevenidos e foram capturado pelo agressores.

Enquanto os atletas cativos eram levados para um local no apartamento 3, João ainda ferido, tentou novamente atacar um dos terroristas, o que permitiu ao lutador Douglas Araujo escapar até a garagem. João conseguiu deixar inconsciente um dos terroristas e feriu outro, mas ele acabou sendo baleado novamente e acabou morrendo.O lutador Vinicius Martins, um veterano da segunda guerra mundial,, também tentou se voltar contra os agressores, ferindo um deles, mas foi morto logo em seguida.

Ao todo, os terroristas conseguiram fazer nove reféns. Além de Julio, os reféns eram Danilo Fernandes,Arthur Sousa,Rafael Oliveira,Tiago Ferreira,Julian Dias,Gustavo Almeida,Tomás Martins,Douglas Araujo (um terrorista que estava na garagem sem nenhum motivo o achou) e Gabriel Correia. Julio,que era fisicamente o mais forte dos reféns, estava amarrado a uma cadeira. Amarrados nos pulsos e tornozelos, os reféns estavam presos em dois quartos. O corpo de Vinicius Martins foi deixado no quarto dos reféns, como um aviso para quem tentasse resistir.

Um dos membros da delegação brasileira,o Luis Carvalho,havia ouvido o alvoroço e os tiros, e pulou do balcão e chegou no dormitório americano e os alertou do que estava acontecendo.Outros membros da delegação conseguiram fugir e muitos permaneceram escondidos. Duas mulheres atletas estavam em outro apartamento e por isso não correram perigo. Alguns outros atletas estavam em outras cidades.

Os  terroristas foram identificados,oriundos de campos de refugiados no Líbano, Síria e Jordânia. Eles eram: Su'ud Mustafa (Líder do grupo),Burhan Shammas,Abdul-Qadir Mustafa(Irmão do líder),Masrur Khoury,Safwan Guirguis,Ma´mun Maroun,Aban Asker e Baha Issan. De acordo com Delbert Chung:

-Su´ud e Shammas já trabalharam na vila olímpica. (Chung)

-Shammas já visitou o apartamento faz tempo,mas foi identificado como funcionário. (Atleta Uruguaio)

Os outros terroristas vieram de trem e avião, usando passaportes falsos. Atletas não brasileiros. Não foram retidos pelos sequestradores.

Os terroristas exigiram a libertação de 234 detentos terrorista presos no Brasil. Também pediram a soltura dos alemães Patrick Schaefer e Frank Ostermann, membro da FEV. O corpo de João  crivado por balas, foi jogado para fora para mostrar a determinação dos sequestradores. Os políticos brasileiros afirmaram que não haveria negociações e não cederia as exigências dos terroristas. Brasil também pediu autorização para o governo alemão para enviar suas forças especiais para a região, mas os alemães negaram. A situação era controversa, pois os reféns eram evangélicos,  o que tornava tudo mais complicado para os políticos alemães.

Enquanto amanhecia, um grupo de agentes da polícia alemã se aproximaram do prédio pelo telhado. Contudo, todos os quartos tinham televisão e a luz não havia sido cortada. Assim, pela TV, os anti-brasileiros viram a chegada dos policiais e exigiram sua retirada, que foi prontamente atendida para evitar retaliações contra os reféns. Os negociadores então pediram para falar com alguns reféns. Danilo Fernandes e Rafael Oliveira  se aproximaram da janela, mas com armas apontadas para eles, não puderam responder muita coisa. Pelo que se podia ver nesse momento, alguns reféns haviam sofrido abusos físicos dentro do apartamento.

FIM DO PRIMEIRO EPISODIO.

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