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Primeiramente, essa é a minha primeira creepypasta, já vou avisando que ela não esta completamente terminada, então não venha me xingar depois, ela não terá imagens (desculpem), por favor, sem essa de "que creepypasta chata" "ela me da tédio de ler" "BLA BLA BLA BLA SE FODER" (desculpem²...). Ela também possui:

Referencias a Slender the Arrival, aparições, palavrões e outras coisas. Já fiquem avisados ⨂u⨂ e para aqueles que gostam de ajudar, irei deixar vocês me ajudarem a terminar essa creepypasta, pois ela tem anos sem um final ainda.

Grata: CamiNebula~ e boa leitura.

"Parece que há um longo caminho adiante, até a nova casa. O caminho  parece que não ter fim perante seus passos. Apenas as luzes da rua brilhavam no asfalto para acalma-la enquanto andava solitária.O ambiente era calmo, cheio de árvores horrendas, dando um aspecto de terror para o olhar dela,o único som era de seu celular, no qual ela ouvia musica para passar o seu tempo. A jovem possuía um cabelo castanho escuro, que eram lindos e longos e com algumas mechas vermelhas se desbotando. Ela usava uma blusa de frio preta com bolsos nos lados e um capuz que poderia tampar os seus olhos de cor violeta, usava brincos em formado de cruzes. Ela possuía uma expressão facial sombria, por causa de sua situação. Ela tinha um problema oral, então sempre se  mantinha calada, apenas falava nas horas necessárias.   Ela ouviu a buzina de um carro, era do carro de sua mãe, como mãe, queria dar uma carona para sua filha, até sua casa nova, depois que a jovem entrou no carro, ela ficou com o rosto encostado no vidro gelado, parecia que ela não queria se mudar, no caminho para a casa, a mãe da jovem dizia:

-Eu sei que você não queria ir para aquela casa velha...mas é necessário meu bem-. Ela falou com um tom de voz triste e ao mesmo tempo calmo, não queria aceitar o fardo de morar longe de sua querida filha. Ela não respondeu, estava com cara de quem não estava querendo saber o motivo da mudança, apenas queria chegar em casa e dormir.....Seu Nome?... Lyra Hólinson, apenas ela e sua mãe em sua família estavam vivos. Parte de sua família morreu em um acidente de avião, seu irmão morreu ''decapitado'' pelo acidente, seu pai foi cortado ao meio, sua avó ficou com o rosto desfigurado e a sua irmã mais velha estava desaparecia. Ao chegar em sua nova casa, Lyra bateu no vidro para que sua mãe parasse, ela e disse:

-Eu não queria vir para essa porra de vizinhança, só deve ter velhos. 

A jovem saia andando sem ao menos se despedir de sua mãe, na qual ela ia embora de carro para a sua casa. Agora a jovem esta sozinha, naquele clima frio e estranho, ela se sente observada, ela se sente com medo pela primeira vez. A jovem ia para a antiga casa de sua Avó, uma casa meio velha, nela, pelo menos tinha uma tv descente no qual tinha todos os programas favoritos dela. Ela olhava para a janela, todas as luzes da nova vizinhança estavam apagadas, apenas uma que estava piscando, nevoa na rua, um local que a jovem não queria estar nesse momento. Lyra foi em direção ao quarto de sua falecida avó. Enquanto entra, já ia em direção ao banheiro, ela iria tomar um banho para acalmar o clima que estava em volta dela.

- Eu simplesmente não queria estar nessa merda de casa-. Falava a jovem em um tom de raiva enquanto tomava um banho para dormir. Depois de minutos, ela já estava no quarto de sua avó que agora era seu, suas malas já estavam lá, pois ela já tinha passado as ferias lá no ano passado.                                            

Antes de ir dormir, ela olhava para a janela do seu quarto, ela via uma figura estranha de um homem bem alto, usava terno e sem cabelos, ele era bem pálido, do lado do homem alto, estava um garoto que Lyra não sabia qual era a sua idade, que segurava dois machado cheios de sangue.  Ela ficou paralisada, seu corpo não se movia, os olhos estavam arregalados, sua pele ficou bem pálida. Do nada, a janela ficou vermelha de sangue, ela caia para trás com medo quase gritando, quando ela se levantou, o sangue acabara de sumir, ela rapidamente colocou as cortinas na frente da janela, ela se deitava na cama com as luzes ligada.Ela não conseguia dormir, aquela figura estranha ficou grudada na sua cabeça, ela então, pegou o seu celular, olhava as suas redes sociais como toda a madrugada quando não estava com sono, até que seu celular desligou do nada, estava com a bateria cheia, ela então, jogou o celular no chão 

-PORQUE CARALHOS EU TINHA QUE MORAR AQUI ?-. dizia Lyra com medo e raiva, ela sabia que apenas cobertores não iriam proteger ela. Alguns momentos depois, a jovem se levantou de sua cama, mesmo sabendo que poderia ver aquele homem de terno novamente, ela era uma pessoa realmente curiosa. Lyra, quando saiu do seu quarto, via que seu corredor estava escuro, ela tinha deixado uma luz ligada, mesmo com medo, ela começa a andar no corredor escuro. Ela andava rapidamente, sabia que alguém estava atras dela. Lyra, então, saiu da sua nova casa rapidamente, a rua estava fria, com nevoa um pouco alta, ela olhava o local, estava escuro, com o mesmo poste com a luz estava piscando, e lá estava ele, o homem de terno. Lyra, não pensou duas vezes, saiu correndo como se não tivesse amanhã, até que, ela olhou para o seu peito, uma flecha estava la, sangue escorria da sua boca, suas mãos estavam vermelhas, seus olhos quase sem vida. Ela apenas via uma pessoa na frente dela, uma silhueta de homem, Lyra esticava a sua mão, parecendo que queria ajuda, aquela figura que parecia um homem, ia até a direção dela, antes que aquela figura pudesse falar alguma coisa, Lyra não aguentava e acabou desmaiando. 

3 meses, a jovem acorda em uma cama de hospital, ela olhava o local inteiro, sua respiração estava normal, sua visão um pouco embaçada, não era a primeira vez que ela estava em um hospital na sua vida inteira.Se ela não estivesse morando naquela casa, nada poderia ter acontecido, ela sabia que sua avó mexia com coisas sobrenaturais, era esse o medo da jovem, era por isso que ela não queria morar na casa da sua falecida avó. Então, estava aquele homem que tinha ajudado ela, ele se apresentava como Richard, um antigo amigo de sua avó. Depois de um tempo, ela já poderia sair do hospital, ela não se sentia a mesma, quando ela olhava para qualquer pessoa na rua, parecia que aquele homem de terno estava lá. 

- Eu quero sair daqui, eu não quero ficar aqui, ele quer me matar !!!!-. Ela pensava nisso enquanto voltava para a sua casa sozinha.Eram 11:56 da noite, Lyra já estava na sua casa, depois de ter jantado,  não parava de olhar os cantos, seus olhos estavam arregalados. Ela pensava em se matar, sua mente era fraca com esses tipos de coisas, aquele homem de terno junto com aquele moleque com dois machados não saíram da sua mente, então ela viu, viu uma mascara que sua avó usava para assustar ela e seu irmão. Do nada, um barulho veio de sua cozinha, sem pensar duas vezes, Lyra pegou um taco de basebol, segurando firmemente, ela ia ate a cozinha. Não tinha nada, ela deixou o taco cair no chão, pensando que estava louca, a cozinha estava toda bagunçada, ela caia de joelhos no chão, com as mãos na cabeça, quase puxando os seus cabelos. 

- ME DEIXE EM PAZ, PORQUE ESTA ME ATORMENTANDO? O QUE EU TE FIZ ??-. Lyra gritava sem parar "Porque esta me atormentando?" toda hora

-ME DEIXE SOZINHA, ME DEIXE SOZINHA !!!!!Ela parou de gritar por um minuto. Ela se sentiu como se estivesse sendo controlada, ela estava sem controle sobre as suas ações. Ela acabara indo pegar aquela mascara que sua avó usava, aquela mascara, era com um sorriso esticado e costurado, os olhos das mascara pareciam que estavam sangrando. Com o taco nas mão, ela saiu da casa.No outro dia, enquanto tomava café, passava um noticiário, estavam falando que na noite passada acabara de acontecer 3 assassinatos, dois eram marido e mulher idosos, o outro corpo era do filho dos idosos.

- Que pena desses velhinhos, que tipo de monstro faria isso ?- Questionava a jovem para si mesma depois de ter tomado o seu café. Depois de alguns momentos, sua mãe ligava para ela, a noticia era sobre a sua irmã mais velha, Millene, Lyra ficou feliz com a noticia era a unica coisa que poderia acalmar ela depois dos acontecimentos que acabara de acontecer com ela.

Millene era como se fosse um moleque, Lyra lembra muito bem que em tal época, sua irmã quase foi pega pela policia depois de roubar dois cachorro-quentes de um homem, possuía o cabelo chanel, duas tattos, um triangulo no seu braço esquerdo e um "X" no direito. Sua personalidade era bem forte, falava o que pensava na hora, usava uma jaqueta sem mangas, uma blusa escrita "go fuck youself", usava um shorts e uma meia-calça preta e uma bota cano-longo. Então, quando ela iria sair, uma velha amiga dela apareceu, Irina Rervins. O passado de Irina era sombrio, com 6 anos ela perdeu a sua família inteira em um acidente desconhecido, vizinhos cuidaram dela até os 16 anos, depois disso, ela virou uma gótica que consegue mexer com o senso das pessoas apenas com o seu olhar sem vida.

- Irina... Que saudades- Falava Lyra com um tom de voz um pouco feliz

- Ah...olá Lyra...- Voz de Irina era fraca, como se tivesse desgosto de falar com pessoas, mas ao mesmo tempo, era doce e assustadora. Irina usava uma blusa preta, usava um colar com uma estrela, seus olhos eram sem vida com uma cor violeta um pouco avermelhada, quase como se ela estivesse possuída, usava uma calça legue preta, ela tinha olheiras pois passava a madrugada no computador vendo coisas de terror e quem sabe, rituais, ela tinha cabelos pretos e com algumas mechas vermelhas, sua personalidade era como se fosse de uma pessoa tímida, mas na verdade, ela poderia matar alguém a qualquer hora e ao mesmo tempo, não aparentava ter sentimentos por qualquer coisa. 

- se eu soubesse que você iria sair....nem teria vindo...

- Não se preocupe....se quiser vir comigo ficaria melhor....eu estou tendo alguns problemas ultimamente....

Depois de um pequeno papo, ambas saíram. Depois de longas horas, já era 10 horas.

- A-ah...já são 10 e pouco....é melhor você ir para sua casa....

- Sim....mas iria demorar para eu ir para la...

- Você poderia dormir na minha casa hoje...- Lyra concordou com a ideia de ir dormir na casa de Irina, já que ambas estavam perto.

A casa de Irina a frente de uma floresta e do lado, um cemitério. Ao mesmo tempo, a rua onde ela morava já estava começando a ficar sem pessoas, pois eles achavam aquele lugar amaldiçoado.

- P-parece que você esta perdendo o seu problema oral....isso deve ser bom...- Lyra concordava com o que a sua amiga falava. Quando chegaram na casa da jovem, Irina apenas avisou para não entrar no quarto de artes dela. Mas sabemos o quanto Lyra era curiosa. Esperando a sua amiga dormir, Lyra procurava a chave, eram 3 e pouco da manhã, depois de algum tempo, ela vê a chave, era pequena e uma bonita chave, parecia ser de ouro fino, Lyra sabia que a família de Irina possuía grandes riquezas, mas sempre se perguntava: "Porque diabos ela morar em uma casa tão velha?"

Lyra ia ate a sala de artes, estava com um pouco de medo, pois o ambiente era bem quieto e tenebroso. Ela abriu aquela porta, ela se assustou, possuía vários desenhos estranhos, frases escritas nas paredes como: "ME DESCULPEM" " EU AMO MATAR AS PESSOAS" "ELE É O MEU ÚNICO DEUS" "KATE ESTAVA CERTA", tudo, tudo escrito com tinta vermelha, quase semelhante a sangue só que era um pouco mais clara. Lá também, tinha fotos da Irina com a sua família quando pequena, os rostos deles estavam com "X", exceto a da Irina, outras fotos mostravam ela sorrindo e seus familiares com o os rostos marcados com "X" também. Antes que ela pudesse sair, alguém batia na cabeça dela com força, antes que ela pudesse desmaiar por completo, ela via Irina segurando um martelo e atras dela, era aquele homem de terno

- Me desculpe....ordens do meu "Deus" sagrado.....- falava Irina colocando uma mascara de baile branca.

Depois dessas palavras, Lyra acaba desmaiando. Nesse tempo, Lyra lembrava que sua Avó tinha fama de atrair demônios para aquela pequenina cidade onde mora agora, sua avó, Laryne ou carinhosamente apelidada pela Lyra quando era menor: Laryn, que morreu no terrível acidente junto com a sua família, sempre pedia para que Lyra representa-se ela se morre-se. Alem dessa fama de atrair demônios, sua avó era medica, usava os corpos dos pacientes para testas alguns medicamentos, mas ela também tinha a sua vida social com a família, sempre brincava com seus sobrinhos, Lyra, Millene e Mike, sempre assustava eles com aquela mascara...

- O-onde...estou?-. Fala Lyra acordando no meio de uma floresta.

A jovem se levantava, olhava para o local onde se encontrava, ela pegava uma lanterna que estava do lado dela quando se encontrava desmaiada, então, ela começa a andar na floresta...."

~Escrito por: CamiNebula

Criado em: 20/10/2012

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