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Aqui é a Luna919. Aproveitem e continuem me dando opiniões de personagens e histórias. ATENÇÃO: ESSA É UMA HISTÓRIA LEGÍTIMA! ESSE CASO NUNCA EXISTIU!


"Já se sentiu estar sendo observado, no meio da noite? Já sentiu a presença de algum tipo de vida muito perto de você, mesmo não vendo ninguém? Se sim, você sabe do que estou falando. Olá, meu nome é Olivia. Estou presa em um hospício em Nova York, SEM MOTIVOS!!!ELES ACHAM QUE SOU LOUCA!! LOUCA, VOCÊ OUVIU?! Desculpe, estou divagando....Porque estou aqui? Isso é o que eu estou prestes a te contar. Eu vivia com meu irmão, no Mississipi. Eu tinha 13 ou 14 anos na época. Eu era viciada nesse lance de "creepypastas". Vivia lendo elas, principalmente Jeff the Killer (eu morria de rir de como a personalidade dele era igual a minha), Smile Dog (ele me lembrava minha cadela) e Eyeless Jack (ele era esquisitão como meu irmão mais velho). Meus pais haviam falecido faz muito tempo, numa espécie de "avalanche", e, desde então, passei a morar com meu irmão, Nick. Nick tinha 18 anos e trabalhava numa cafeteria. Não recebia muito dinheiro, mas conseguíamos viver muito bem com seu salário e com a herança de nossos pais. Ele vivia só e para mim. A verdade é que, éramos tão próximos que todos acreditavam que Nick era meu namorado. Tudo estava bem, até que Nick sofreu um acidente e foi para a UTI. Dormi ao lado dele na clínica. Quando aconteceu. Era mais ou menos umas 3:00 da manhã. O hospital estava tão silencioso que podia-se ouvir um alfinete cair no chão. Eu levantei, pois tinha ouvido um barulho no corredor. Peguei a lanterna e meus óculos. Saí andando pelo breu do corredor hospitalar. Não demorou até eu sentir alguma presença na minha frente. Joguei a luz da lanterna na face do ser que estava na minha frente, que não passava de meio metro de altura. Vi uma cadelinha da raça shi-tzu, da cor branca. Depois, virei para a esquerda, onde vi uma chiuaua da cor negra, e, em seguida, virei para a direita, onde vi uma yorkshire, com um lacinho nos pelos. Cada uma tinha uma coleira escrito seus nomes. Na shi-tzu, estava escito Lily Sorridente ; na chiuaua, estava escrito Lulu Amável e na yorkshire, estava escrito Lala Doce. Eu estranhei ver cachorros dentro da UTI, pois pensei que fosse proibido. Jogando a luz um pouco mais a luz nos olhos de cada cadela, que estranhamente não piscavam, me espantei demais: as íris de Lily eram cruzes ao contrário, as de Lulu eram x e a de Lala eram estrelas do demônio. dei um passo para trás. As três começaram....A falar! LI: Porque você está indo embora, Olivia? LU: Fique, podemos ser amigas... LA: Para toda a eternidade!! Nisso, a cabeça das criaturas giram 360 graus. De repente, elas desapareceram. É como se elas tivessem sido puxadas para trás. Quando eu joguei a luz para o ponto de encontro das cadelinhas, tenho a visão mais horripilante e sinistra que os olhos humanos poderiam presenciar. Lily, Lulu e Lala não eram as entidades demoníacas, elas eram as iscas! Eu vi uma espécie de cachorro de três cabeças, assim como Cerberus, o cão de Hades, com dentes enormes como navalhas, com o pelo acinzentado, olhos e cauda de cobra e garras gigantescas. Lily era a isca da boca da cabeça do meio, Lulu, a da esquerda, e Lala, a da direita. O animal engoliu suas iscas e rosnou. Fiz a única coisa que me ocorreu: salvar meu irmão. Corri até seu quarto, mas vi sua cama vazia. Uma voz grossa e fina ao mesmo tempo, como a do próprio Satã, falou pelas minhas costas. Era a criatura. C: Procurando por isso? De repente, vejo algo rolando no chão. A cabeça de meu irmão. Comecei a chorar e me ajoelhei no chão, como se tivesse sido apunhalada no coração. EU: O que é você? A Criatura ri e fala. L: Eu...Sou...L_I_A_H-JP.... LIAH desaparece. Os médicos correm ao ouvir meu choro e pedido de socorro, e, ao ver meu irmão, ou o que sobrou dele, ligam para a polícia. no carro, eu vi LIAH na janela de um quarto, rindo de mim. Ao chegar á delegacia, contei tudo ao delegado, que nada comentou. Fui declarada uma pessoa louca, sem sanidade, e fui presa numa sala acolchoada, com uma camisa de força. E mesmo os anos que passo aqui, ainda sou assombrada por LIAH. Ai, meu Deus....Deus, ela está aqui....Ela está vindo até mim.... Não tenho mais chances de sobreviver..... Adeus, mundo" Diário de Olivia

       Em memória de Olivia Joan White, 21, hospício de Nova York, morte: causa desconhecida, data: 13/11/15, caso: LIAH-JP.JPEG

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