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Caro leitor

As palavras nesse texto não são minhas. Eu tenho o hobby de ir em trilhas de mato fechado. Numa delas encontrei uma casa abandonada. Entrei, porque queria descansar. Dentro da casa, tudo estava em perfeita ordem. Mas, numa das paredes estava escrito em sangue recente: DOEU MAIS EM MIM QUE EM VOCÊ. Não muito longe, encontrei o corpo de um homem jovem, morto visivelmente com muitas facadas. Na mesa, uma carta. Essa carta foi escrita a próprio punho pelo jovem homem agora morto. As palavras dessa carta se seguem:

Nunca me senti tão feliz! Fazem treze anos que eu moro aqui, no meio da floresta, nessa casa, longe de toda civilização. Sempre estive sozinho, mesmo ao redor das pessoas. Aqui, pelo menos tenho paz. No entanto, nos últimos meses eu me senti extremamente depressivo e em solidão. Então, nas manhãs mais frias, eu costumava caminhar pelos bosques, enquanto a luz suave da manhã banhava meu corpo e a natureza ao meu redor. O vento balançando as folhas e o canto alegre dos pássaros me trazia uma paz mental indescritível.

Numa dessas caminhadas, em um dia como qualquer outro, encontrei uma estranha figura parada entre as árvores. Era uma mulher, muito branca, de cabelos brancos curtos, com um vestido vermelho cor de sangue. Eu tentei me aproximar silenciosamente dela, mas ela, ouvindo meus passos, se virou e olhou pra mim. Foi ai que eu vi seu rosto. Extremamente linda! Lábios vermelhos como sangue e olhos verdes como esmeraldas. Mas ela segurava na sua mão direita uma faca ensanguentada. Magicamente, num piscar de olhos, ela sumiu. Fiquei pensando se eu não estava ficando louco. No dia seguinte, fiz o mesmo trajeto para encontra-lá. Mas foi em vão. Repeti algumas vezes o percurso nos dias posteriores mas não há encontrei. Desespero inflamou meu coração, pois eu queria muito ve-lâ novamente. No décimo dia, fiz a mesma caminhada, mas a noite. E ela estava lá. Dessa vez eu perguntei:

— Ei! Quem é você? O que você está fazendo aqui sozinha?

Minhas palavras soaram como um trovão no silencio da noite. Ela fez um gesto de silencio com o dedo na boca, e me respondeu:

— Eu sou Lady Morte  —  a voz dela era suave mas ao mesmo tempo fria — eu sou uma frequência ressonante.

—  Uma o quê? 

— Você conhece bem a solidão. Não é permitido que nós falemos nossos segredos aos humanos, mas eu estive te observando todos esses anos. Sua solidão foi magnética pra mim. Por isso violarei a nossa regra mais sagrada e te contarei nossos segredos.

Eu olhei fixamente pra ela e percebi que o tempo estava passando. A noite estava acabando e o sol estava nascendo. Ela continuou falando:

— O nosso mundo é equilibrado. Seu equilibrio não pode ser quebrado. As frequências ressonantes nascem dos sentimentos dos humanos. Nós nascemos porque ouve um desequilibrio. Vou te sitar um exemplo pra que você entenda. Os sentimentos ruins de crianças não amadas e de crianças abandonadas, crianças nos orfanatos e crianças mal tratadas tem a mesma frequencia. Elas ressoaram e se cristalizaram na forma do que voces chamam de Slenderman.

—Então não era só uma lenda?

mensagem do autor:

Estou com enormes dificuldades de terminar essa historia. Não sei se irei terminar. Inspiração e epifania tem me faltado. Espero um dia poder chegar ao fim.

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