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Parte 1: [1]

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Primeiro dia de aula, para muitos essas simples palavras são capazes de dar um frio na barriga, mas não a mim e em meus irmãos, ainda estávamos tão desapontados com a mudança, que simplesmente não nos importávamos com a nova escola. Enquanto me aprontava para a escola não pude deixar de pensar no sonho que tive na ultima noite, ta certo que eu nunca fui muito normal, mas dai a ter sonhos psicóticos como esse, isso era estranho, mas tudo bem, leio muitas historias de terror e vejo muitos filmes sangrentos, talvez seja isso que tenha ocasionado o sonho. A única coisa boa dessa nova escola era que podíamos ir sem uniforme, então botei meu jeans rasgado, peguei minha camisa do Iron Maiden e fui para, a escola.

Chegando na minha sala estava tudo normal como é em todas as escolas, nerds na frente discutindo sobre química, e a galera do fundão zuando com tudo, como não estava nem um pouco afim de me enturmar, fui para um lugar isolado no canto da sala, e lá me senti em paz. “Só espero que nenhum desses idiotas venham me perturbar”, eu pensava enquanto olhava para a janela ao meu lado, até que vi algo estranho, na verdade vi “alguém” estranho, era ele, o homem de terno que me assombra desde que me mudei para cá, pude vê-lo aparentemente me encarando em meio as árvores que haviam lá, o estranho e que eu não via seu rosto, acho que pela distancia que ele estava não pude identifica-lo, estava quase me levantando e indo para fora atrás daquele ser, mas enquanto eu me virei para porta e pensava se eu deveria mesmo ir ele desapareceu, como sempre me deixando em duvida sobre minha sanidade. “Cara acho que estou ficando maluco” eu pensava, mas meu pensamento foi interrompido quando um “grupinho” peculiar entrou na sala, eram pessoas como eu, com calças esfarrapadas e camisas de suas bandas favoritas, e em meio esse grupo uma pessoa me chamou a atenção, uma garota, era ela incrivelmente linda, mas de um jeito diferente de todas as patricinhas da minha sala, tinha belos e compridos cabelos negros e chamativos olhos castanho claro, com seu jeito meio gótica ela realmente chamou tanto a minha atenção que por um segundo eu me esqueci de toda essa merda que estava acontecendo comigo.

O grupinho deles se virou em minha direção e sentaram em volta de mim e ela ao meu lado, não demorou muito e um deles se virou para mim e disse:

- Você e novo na cidade não e?

Tom: Sim sou, minha família se mudou recentemente.

Jack: Hum, você não está com cara de quem gostou da mudança, aproposito sou Jack, esse trocha aqui do meu lado e o Mike, e o cabeçudo que esta na minha frente e o Vincent.

Após essa apresentação os dois olham para mim e me cumprimentam.

Tom: Muito prazer galera, meu nome e Tom.

Noto que a garota apenas me olha e não diz nada, até que como se ela tivesse lido minha mente ela diz:

- E eu idiota, não vai me apresentar ao Tom não?

Jack: Ah e claro, essa metida ai e a Anne.

Ela então aperta minha mão e com um belo sorriso no rosto diz:

Anne: Prazer em conhecê-lo Tom

Tom: O prazer e meu, digo sorrindo de volta para ela.

                Depois dessa apresentação passamos a aula toda conversando, por incrível que pareça eu realmente gostei de conhecer esse grupo, principalmente a Anne, que além de linda era simpática, inteligente e engraçada, sinceramente eu estava achando que estava até me apaixonando por ela, mas era muito cedo para pensar nessas coisas. Na hora do intervalo nos sentamos juntos e começamos a conversar os cinco:

Jack: Galera, algum de vocês falaram com o Jimmy? Ele não veio à escola hoje e nem falou que ia faltar.

Mike: Não, não falamos com ele desde sexta feira.

Vincent: Eu também não.

Anne: Você não o viu Tom? Ele e seu vizinho.

Tom: Acho que o vi sim no sábado, mas depois disso não o vi mais, a casa da família dele estava fechada hoje.

Jack: Estranho, ele não e de faltar muito.

                Após esse dialogo, os três vão pegar um lanche e deixam eu e Anne sozinhos conversando, depois de uma longa e descontraída conversa ela pega seu caderno de desenhos e me mostra.

Tom: Nossa, seus desenhos são lindos, você leva jeito para isso.

Com um largo sorriso e um olhar tímido ela diz:

Anne: Obrigada, mas não precisa exagerar não sou tão boa assim.

Tom: E claro que é, eu mal sei desenhar um boneco de palito.

                Após essa frase minha nós dois começamos a rir, e ela agradece novamente. Enquanto ela folheia seu caderno me mostrando seus desenhos eu noto um peculiar, era o ser de terno que eu constantemente avisto, curioso e um pouco assustado eu a pergunto:

Tom: O que e esse ser?

Anne: E o slender man, você nunca ouviu falar dele?

Tom: Pode parecer loucura, mas eu sonhei com ele esta noite, resolvo ocultar a parte dos avistamentos para ela não achar que eu sou louco.

Anne: Serio? Você sonhou com ele sem saber sobre a lenda dele?

Tom: Sim, eu juro, ele era assim mesmo, só não me lembrava que ele não tinha rosto.

Anne: Isso e estranho, como você sonhou com ele mas não reparou o fato dele não ter rosto?

Tom: Porque no momento em que ele apareceu minha visão começou a ser tomada por uma estática.

Anne: Cara isso e realmente estranho, segundo a lenda dele, estática seja em aparelhos eletrônicos ou mesmo na visão e um sinal de sua presença, se eu fosse você passaria a dormir com uma bíblia do lado, Disse ela em um tom cômico.

Tom: E, realmente isso parece uma boa ideia.

                Depois dessa conversa, o sinal tocou então voltamos para a sala. Ao final do dia eu e Anne fomos andando juntos para casa já que ela morava perto de mim, então não podemos deixar de tocar no mesmo assunto de novo:

Anne: Tom seja sincero, além desse sonho você já teve algum outro sinal da presença do slender? Tipo apagar do nada, amnesia, ou ate mesmo já o viu?

Apesar do medo dela me achar louco eu disse:

Tom: Bom eu, não tenho certeza mas eu já vi algo em meio as árvores, era parecido com ele mas talvez tenha sido só uma arvore estranha.

Anne: Tomara que tenha sido só uma árvore mesmo.

                Quando nós aproximávamos da minha casa ouvimos sons de sirenes e vimos carros de policia em frente a uma casa.

Anne: Meu Deus é a casa do Jimmy.

                Após Anne dizer isso nós corremos em direção a casa e perguntamos a um guarda:

Anne: O que houve?

Policial: Vocês são parentes ou amigos de alguém que morava aqui?

Anne: Sim, somos amigos deles.

Policial: Nesse caso eu sinto muito, mas eles foram assassinados.

                Neste momento Anne começa a chorar, e eu pergunto ao policial:

Tom: Todos eles? A família toda?

Policial: Sim, o desgraçado que fez isso matou até a pobre da criança.

                Anne então me abraça chorando muito, e eu indago:

Tom: Mas como pode, eu sou vizinho deles e não ouvi nenhum tiro ou grito.

Policial: E nem tinha como ouvir, eles foram cruelmente assassinados, mas não por tiros e sim por algum tipo de objeto cortante como um facão. Eu sinto muito pela perda de vocês mas agora eu tenho que ir ajudar minha equipe.

                Após essa triste descoberta Anne fica fortemente abalada e chorando muito, então resolvo leva-la para casa consolando-a e fazendo companhia, ao chegar na porta da casa dela ela diz:

Anne: Obrigado por tudo Tom, mal nos conhecemos e você veio até aqui comigo me consolando e ouvindo chorar e reclamar, muito obrigado.

Tom: Não foi nada, eu só quis ajudar, odeio ver uma garota legal chorando, pode contar comigo para qualquer coisa.

Anne: Obrigado, mas eu estava pensando, você acha mesmo seguro ficar na sua casa? Porque o monstro que fez isso ainda esta a solta e você mora perto de onde tudo aconteceu, sabe Deus se esse maldito não vai querer seguir os passos do ultimo.

Tom: Ultimo? Como assim?

Anne: Você ainda não ouviu essa historia? Um lunático que morou perto de onde você mora atualmente matou varias pessoas, inclusive a família dele, e depois se matou.

Tom: Cara que loucura, eu ainda não tinha escutado isso, espero que isso não se repita.

Anne: Eu também, bom Tom Obrigado de novo por tudo, agora eu tenho que entrar e contar para minha mãe o que aconteceu, você já tem meu numero e eu já tenho o seu depois a gente se fala, tchau.

             Após isso Anne me da um forte abraço e entra em casa, bom apesar de tudo fico feliz de ter feito amizade tão rápido com ela, uma garota linda e legal. Ao chegar em minha casa conto para minha família tudo oque aconteceu e eles ficam surpresos com a situação, afinal nós mudamos a menos de 4 dias e já presenciamos o assassinato dos nossos vizinhos. O resto do dia foi normal, passei um tempo conversando com meus irmãos, joguei vídeo game, e conversei com a Anne pelo Skype o que foi sem duvida a melhor coisa que aconteceu desde que eu cheguei em casa. O resto da semana foi muito bom, apesar de todos muito abalados com a morte da família de Jimmy eu fiquei cada vez mais amigo do pessoal da escola, e cada vez mais próximo de Anne que ao final da semana já era minha melhor amiga nessa nova cidade. A única coisa ruim fui que no sábado acordei passando mal, muita dor de cabeça, sentia um chiado agoniante dentro da cabeça, e um frio muito grande, não consegui tirar o casaco o dia todo mesmo minha família dizendo que estava um calor infernal.

                No domingo me recuperei, mas ainda sentia muito frio, mais uma vez eu fiquei o dia todo com casaco.  À noite eu estava no Skype conversando por vídeo com Anne, e estávamos nos dando muito bem, eu adorava conversar com ela e vice versa, porém teve uma hora que a conversa mudou de tom:

Anne: Sabe Tom, já se passou uma semana, e eu não quero tocar nesse assunto novamente mas eu preciso desabafar, eu ainda não superei a morte de Jimmy e sua família.

Tom: Tudo bem Anne, e normal isso, você perdeu alguém que gostava de uma maneira cruel e surpreendente, e normal você se sentir assim.

Anne: Que tipo de monstro faz isso com uma família inteira, inclusive com uma criança?

Tom: Eu não sei, isso e algo desumano, esse cara não deve ter alma.

Anne: Meu Deus e muita crueldade, matar uma pessoa boa a pauladas.

                Após ela dizer isso sinto uma sensação de dejavu indescritível, nesse momento me lembro do sonho que tive naquele domingo em que eu via um adolescente ser morto com um bastão de beisebol, isso devia ser só coincidência, mas será que talvez de alguma maneira eu havia previsto que isso ia acontecer? Só tinha uma maneira de saber, então perguntei a Anne:

Tom: Pauladas? Tipo com um bastão de beisebol?

Anne: Sim, foi com um bastão de beisebol, como você sabia?

                Antes que eu pudesse responder vi que a expressão fácil de Anne havia mudado, parecia que ela estava surpresa com algo.

Anne: Tom, acho que tem alguém ai atrás de você te espionando.

                Nesse momento olho para trás e consto que não havia ninguém no quarto comigo, então olho para Anne e digo:

Tom: Tem certeza? Não tem ninguém aqui.

Anne: Atrás da porta Tom, Tem alguém ai sim.

                Após ela dizer isso a tela do meu computador se torna estática pura, isso me assustou pois nunca havia acontecido isso, tentei de todas as maneiras reiniciar meu computador, mas continuava na estática, até que aconteceu algo que me deixou completamente surpreso e assustado, quando eu puxei a tomada do computador ele não desligou, continuou na estática. Isso me deixou curioso e com medo, então enquanto ia para sala chamar meu pai para ele me ajudar com isso, algo saiu da caixa de som do meu computador, era uma voz extremamente distorcida, mas pude ouvir a palavra “Do it”, (Faça). Isso me deixou realmente assustado e surpreso, mas antes que eu pudesse fazer alguma coisa saiu um chiado extremamente alto da caixa de som, foi um som tão alto que meu ouvido começou a doer e eu desmaiei na hora, mas quando cai no chão, antes de ficar completamente inconsciente, eu vejo que Anne estava certa, realmente tinha alguém atrás da porta, era ele o slender man, parado como um poste me encarando com a profundidade de seu rosto desprovido de face.

                Acordei, e já não estava mais em meu quarto, estava na floresta, aparentemente bem no centro dela já que eu não via mais minha casa no horizonte, na verdade, eu não via muita coisa, estava muito escuro (afinal era noite), e havia uma neblina muito forte encobrindo minha visão, mas eu pude ver uma luz, parecia um acampamento então contra a minha vontade meu corpo começou a se mover em direção à clareira então eu percebi que novamente eu estava sem controle do meu corpo constatando que eu estava sonhando novamente. Tento me segurar de todas as maneiras, mas tudo e em vão, tudo que eu podia fazer era assistir oque esse “ser” iria fazer e rezar para que fosse realmente só um pesadelo. Enquanto me aproximava das barracas ouvi claramente uma voz na minha cabeça dizendo “Você e o escolhido”, como assim “escolhido”? O que isso queria dizer? Eu estava com dezenas de duvidas na cabeça, mas todos os meus pensamentos foram cessados quando eu me aproximei do acampamento. Havia três barracas e uma fogueira no meio, sentados junto a fogueira haviam dois jovens, um garoto e uma garota, pareciam bem íntimos, e em uma das barracas havia um casal mais “intimo” ainda, eu podia ouvir o barulho deles “se divertindo” de longe. A garota que estava sentada perto da fogueira disse:

- De onde eles tiram tanta energia?

- Para certas coisas todo mundo tem bastante energia se e que me entende, Respondeu o garoto de forma sarcástica.

A garota então se levanta e diz:

- Vou urinar, espero que você não me siga seu tarado.

- Vontade não falta, mas eu resisto, pode ir tranquila.

                Ela então se dirigiu para dentro da mata e eu, com meu machado em punho, fui atrás dela de maneira discreta e silenciosa. Após andar um pouco ela diz:

- Acho que aqui esta bom.

- Nossa, que virilha atraente você tem heim hahahaha, Disse eu saindo de trás da moita com meu machado em punho.

                A garota então da um grito e sai correndo em desespero, e eu corro atrás, ela era muito rápida mas consegui me aproximar o suficiente dela para acertar-lhe uma machadada na perna, com dor e sangrando ela caiu, e começou a implorar por piedade:

- Por favor, nã... não faça isso

- Nossa, eu não havia reparado em como seus olhos são lindos querida, acho que vou ficar com um deles, Disse eu em um tom psicótico.

                Então retiro uma faca do bolso, que eu nem sabia que tinha, e enfio perto de seu olho esquerdo, e vou a movendo em circulo ate retirar completamente o olho dela de seu rosto, após isso, enquanto ela grita e chora, eu ergo meu machado e cravo-o em seu estomago, e vendo que ela continua viva faço o mesmo movimento diversas vezes, ate partir seu corpo ao meio.

Não demora muito até que o garoto que estava com ela aparece assustado com os gritos, e se depara com o corpo dela partido ao meio.

- MEU DEUS, O QUE E ISSO? Grita ele em lagrimas.

                Eu então bato com o cabo do machado em sua cabeça o deixando inconsciente, passado alguns minutos ele acorda e não encontra mais o corpo de sua amiga, então ele corre assustado de volta ao acampamento, ao chegar lá sua expressão muda de surpresa para horror, pois ele encontra seus amigos, dilacerados, com suas cabeças arrancadas, estômagos abertos e suas vísceras expostas. Ajoelhado, chorando e engasgado com o próprio vomito ele fica lá, encarando o destino brutal que seus amigos tiveram, então eu surjo por trás dele e dou-lhe uma machadada nas costas que o faz cair, ele então olha pra mim e diz:

- SEU DESGRAÇADO, VOCÊ VAI PAGAR POR ISSO.

- Você fala demais garoto, que tal ficar um pouco em silencio em?

                Após dizer isso eu enfio minha mão em sua boca e com uma força descomunal arranco sua língua, e enquanto ele engasga com seu próprio sangue cravo minha faca em seu estomago e vou puxando-a para baixo até chegar na altura de seu pênis então sarcasticamente eu digo:

-Como sua namoradinha esta morta eu acho que você não vai precisar mais disso ai não e? hahahahahahaha.

                Então corto-lhe o pênis, e fico rindo com a cena dele tentando gritar enquanto engasga com o próprio sangue, até que ficando entediado eu dou-lhe uma machadada fatal que parte seu crânio ao meio. Após isso o silencio reina na mata, sem corujas, sem grilos e sem gritos, tudo calmo até que ao olhar ao redor ele esta lá, o slender man esteve este tempo todo me encarando, então recuperando o controle novamente de meu corpo e minhas ações, vou em sua direção e digo:

- Slender man, e você?  O que você quer de mim? Vai ficar me assombrando para sempre? RESPONDA SEU DESGRAÇADO!!!

                Após eu dizer isso ele começa a lentamente caminhar em minha direção, e nesse momento ao fitar o vazio de sua face sinto um medo indescritível, era como se eu estivesse olhando para o demônio em pessoa, eu acabo por ficar paralisado, não sem controle de meu corpo, mas paralisado de medo, eu podia me mover mas não conseguia tomar coragem para isso, então quando ele já estava chegando bem perto, novamente a estática toma conta da minha cabeça, eu não conseguia enxergar e nem ouvir mais, tudo que eu via e ouvia era a estática, até que eu cai e apaguei.

                Quando abro meus olhos estou no chão do meu quarto, com Anne e meus pais envolta de mim, então eles perguntam:

- Tom, você esta bem?

Tom: Sim, estou eu acho, o que aconteceu?

Anne: Nós estávamos conversando por vídeo no Skype até que eu te avisei que tinha algo atrás de você, então você levantou e começou a procurar, até que você caiu no chão se contorcendo e gritando sem motivos e apagou. Você não se lembra?

Tom: Não disso, eu me lembro apenas de a tela do computador ficar em estática e sair um barulho extremamente alto das caixas de som, foi isso que me fez apagar não foi?

Pai: Tom, não teve barulho nenhum meu filho, quando Anne veio aqui em casa nos alertar do que aconteceu você estava simplesmente caído no chão apagado, e o computador esta normal, aberto no Skype do jeito que você deixou.

Tom: Isso não e possível, teve um barulho, o computador ficou em estática e ele estava aqui.

Mãe: Ele quem Tom?

Tom: O slender man, eu vi, ele estava aqui.

Então vejo que Anne fica assustada, e me diz em um tom serio e tenebroso:

Anne: Tom você esta brincando não e?

Tom: Não, eu o vi, ele estava aqui, e no pesadelo que eu tive ele estava lá também.

Nesse momento me lembro que pode ter sido uma premonição e começo a gritar:

Tom: Precisamos ligar para a policia agora, tem um grupo na mata, eles serão assassinados por ele.

Pai: Filho do que você esta falando? E Quem e esse slender man?

John: Mãe melhor pegar um calmante para ele, ele não esta bem.

Tom: EU NÃO ESTOU DELIRANDO CACETE, O SLENDER MATOU NOSSOS VIZINHOS E VAI FAZER O MESMO COM O GRUPO QUE ESTÁ NA MATA.

Após esse meu grito Anne fica com uma expressão de apavoramento e surpresa, enquanto que meus pais me obrigam a tomar o calmante e dizem:

Mãe: Está tarde, vá dormir Tom, amanha você tem aula, depois conversamos sobre isso, seus irmãos levarão Anne para casa.

                Eu queria resistir, mas o calmante já estava fazendo efeito, então eu acabei por dormir enquanto via Anne indo embora visivelmente assustada, mas antes de pegar no sono eu olhei para o lado, e vi um quadro em que havia um homem de terno em meio a varias árvores, o estranho e que eu não me lembrava daquele quadro, muito menos dele estar lá, mas também pudera, naquela parede não tinha um quadro, naquela parede tinha a janela.....

.........Continua

Parte 3: [2]

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