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Atenção!!!

Essa CreepyPasta retrata uma obsessão doentia. Se você não gosta de ler sobre estupros ou tortura, ou se tiver estômago fraco... NÃO LEIA!! Não é algo sobrenatural. Apenas um psicopata assassino, como Jeff The Killer.

Boa leitura! 

Jessica Owen, 15 anos, Londres, Inglaterra. Em poucas palavras, essa sou eu. Ou essa era eu. Vivi normalmente a minha vida até meus quinze anos. Tinha amigos, família, uma vida.

Era meu primeiro ano no ensino médio, quando um garoto se mudou pra Londres uma semana antes das aulas começarem. Ele era meu vizinho do lado esquerdo. Ele não era alto, nem baixo. Era mais alto que eu. Tinha uma pele pálida, e olhos negros grandes e penetrantes. Tinha um olhar fundo, vazio. Seus cabelos eram escuros, me arrisco até a dizer pretos. Seus lábios tinham um tom mais avermelhado do que o normal, e tinha um sinal no pescoço.

Como eu seu tudo isso? Simples: Durante a semana em que ele se mudou, eu o via passar todas as noites, exatamente às oito e meia em direção ao lago. Ele passava em frente à minha casa, e eu pude reparar tudo isso nele. O tempo passava, e eu continuava a reparar nele, e notava que ele nunca se atrasava nessa caminhada. Sempre exatamente às oito e meia.

No primeiro dia de aula, ele se sentou aleatoriamente atrás de mim. Ele era introvertido, quieto e muito inteligente. Nunca dirigiu uma palavra a mim, eu também nunca me importei em puxar conversa. Certo dia, a Senhorita Anne resolveu formar duplas para um trabalho em casa, e como éramos vizinhos, ela fez dele o meu parceiro.

Eu me virei para trás em direção a sua cadeira, sorri gentilmente, e disse meu nome, e perguntei o seu. Ele ficou calado por alguns segundos, até olhar bem nos meus olhos e dizer que se chamava Luke. Sua voz era um pouco grave pra alguém da sua idade, mas era um tom agradável de se ouvir.

Três dias se passaram desde que marcamos de fazer o trabalho na minha casa, pois ele inventou um milhão de desculpas pra não ser na sua. Eu não me importei muito, afinal, seria bom ter um amigo, já que eu só tinha amigas.

Em uma sexta-feira, às três e quinze da tarde, minha campainha tocou, e eu fui atender. Era ele. Ele estava vestido com um moletom branco com a letra L estampada, e uma calça jeans preta frouxa.

Pedi que entrasse, e fomos até o meu quarto. Sentamos no chão, e começamos o trabalho. Em um momento, senti uma sensação estranha, e quando olhei pra Luke, ele estava me encarando. Estava lá, parado, sem se mexer, sem piscar, sem respirar. Seus olhos escuros me cercavam e me fitavam de forma que me deixavam em uma situação desagradável. Seus olhos sem vida e apáticos, agora me encaravam atentamente.

Ele continuava a me encarar, até que me perguntou num tom estranho se eu poderia buscar água pra ele. Eu fui, e quando cheguei com o copo d’água ele já não estava mais lá no meu quarto, quando me virei pra ver se ele estava fora, dei de cara com ele, com aquele olhar que me dava medo.

Me assustei tanto que deixei o copo cair e quebrar no chão. Ele me olhou e disse que não tinha mais sede, mas precisava ir, por que já eram quase oito e meia, e que tinha algo importante pra fazer nesse horário.

Ele foi embora, e depois das nove, eu fui dormir. Acordei de madrugada com um barulho estranho vindo do banheiro do meu quarto. Pensei em ir ver o que era, mas eu era muito covarde. Apenas acendi as luzes, e só assim fui até lá. Entrei em passos lentos, com medo de ser algum ladrão ou o demônio mesmo. Cheguei lá, e não vi nada de estranho.

Ouvi um barulho, como um sussurro, uma voz grave, rouca e doce. Ela parecia estar rezando. Ela dizia “Santificado seja o vosso nome, seja feita a vossa vontade, assim na terra... JESSIE!” A voz ficava bizarra e alta, ela me perseguia, eu olhava e não via nada. Até que minha visão embaçou e eu bati com o joelho no boxe do banheiro e me cortei.

As luzes se apagaram, e eu senti um toque no meu joelho ferido. Logo depois elas se acenderam e a voz sumiu. Fiquei aterrorizada, e me tremi por completo. Fui andando até o meu quarto. Meus álbuns de fotografia estavam jogados no chão, junto com uma tesoura e vários restos de fotos.

Todas as fotos de família, com as amigas, até as fotos da escola estavam cortadas e jogadas no chão. Em todas elas, eu havia sido cortada, e retirada. Fiquei assustada. Ligeiramente olhei pro espelho, e dei um grito baixo.

Eu não podia acreditar, vi escrito com o sangue, provavelmente do meu joelho, a letra L gigante no espelho. Entrei em pânico. Senti duas mãos tocarem minha cintura, e quando olhei pra trás e dei de cara com um par de olhos pretos sem brilho, sem vida, mortos.

Esses olhos me encaravam como se quisessem me devorar por completo. Eles percorriam todo o meu rosto e corpo. Fiquei com medo. Não conseguia ver direito o rosto, mas eu sabia que o conhecia.

Ele tocou meu rosto, arregalou os olhos e falou com uma voz sádica e baixa: “Assim na terra, como no inferno...”. Ele soltou um riso descontrolado e eu desmaiei.

No outro dia, estava tudo normal, pensei que não havia passado de um sonho. Mas, quando me levantei, meu joelho estava cortado. Olhei pela janela do meu quarto, que dava acesso ao de Luke, que sempre estava fechado. Dessa vez estava aberta, e Luke estava lá. Ele parecia cortar algo com uma tesoura, e colar na parede.

De repente ele olhou pra mim. Eu me assustei, por que pensei que ele não sabia que eu estava ali. Ele permaneceu me encarando, ele andou até a janela e a fechou.

Chegando na escola, ele continuou calado. Tivemos as aulas normalmente, e depois da aula voltamos pra casa.

Pela primeira vez, nesse dia ele não saiu as oito e meia. Resolvi visita-lo, achava que ele podia estar doente. Quando cheguei lá, a mãe dele atendeu a porta, e disse que estava muito apressada pra visitar uma amiga doente, e que Luke estava no quarto dele. Então ela saiu e eu fui em direção ao seu quarto.

Subi as escadas, e cheguei em uma porta com uma placa escrita “Não entre”. Achei normal, já que a maioria dos garotos dessa idade fazem isso. Talvez esse tivesse sido meu maior erro.

Eu bati, e com o pequeno impacto, a porta se abriu, já que estava somente encostada. Entrei e não vi ninguém. A luz estava apagada, então eu liguei. Quando tudo se clareou, vi a mesma tesoura no chão, e em uma das paredes, várias fotos minhas coladas. Eram as que haviam desaparecido dos meus álbuns na noite passada.

Gelei, fui andando pra trás, e parei, pois algo me empatava. Vi que era Luke. Ele me olhou daquela forma, e disse calmamente: “Gostou do que eu fiz pra você Jessie?”. Ele sorriu e me puxou pra perto dele. Depois suspirou e disse: “Você é alguém especial pra mim”.

Eu só consegui dizer: “Meu Deus, me ajude”. Ele fez uma careta e me disse que esse meu Deus não existia, e que ele poderia fazer o que quisesse, que Deus não iria me ajudar. Começou a rezar alto, como deboche. E depois disse com um riso sarcástico: “Viu? Deus não vai fazer nada”.

Ele pegou a tesoura e encostou-a no meu pescoço. Disse que sempre admirou meus cabelos, depois cortou um pedaço. Eu gritei para que me soltasse mas ele não me soltou, óbvio. “Acha mesmo que eu simplesmente vou deixa-la ir antes de me divertir um pouco?”. Ele fechou a porta e veio com a tesoura em minha direção.

Ele encostou a tesoura no canto da minha boca, e disse: “Se doer muito, pense em coisas que não existem, como unicórnios, fadinhas, ou no seu Deus.” Ele riu cinicamente e empurrou a tesoura com força, deixando um pequeno corte. As lágrimas começaram a cair cobre o meu rosto, e ele fez um bico sínico. Não chore. Que tal um sorriso? Deixe que eu faço um lindo sorriso em você.

Ele foi rasgando minhas bochechas com a tesoura, até chegar na minha orelha, formando uma cicatriz em forma de sorriso. Depois, mordeu minha orelha, mas não como um namorado que morde a orelha da namorada. Ele mordeu com força, pra doer. Senti o sangue escorrer sobre o meu pescoço.

Ele me jogou no chão e eu caí deitada de barriga para cima. Ele sentou em cima de mim, levantou um pouco minha blusa, e desenhou um L com a tesoura, na minha barriga. Ele disse que aquela marca seria a prova de agora, meu corpo era completamente seu. Estava selado para ele.

Eu gritei de dor, pedi socorro, estava sangrando, minha barriga doía, minha orelha sangrava e minhas bochechas também. Depois, ele usou a tesoura para cortar a minha blusa, me deixando apenas de sutiã.

Ele fez um bico e disse decepcionado “Éh... É tábua!”. Ele aproximou seu rosto do meu pescoço e começou a deixar marcas de chupões e mordidas. Eu gritava, mas minha voz era abafada pela sua mão.

Ele começou a apertar meus seios e a por as mãos por dentro da minha calcinha, me masturbando com força. Aquilo doía muito, preferia morrer a passar por aquela dor insuportável. Todo o meu corpo doía, e meu rosto também.

Ele prendeu minhas mãos com uma gravata, e começou a me cortar com a tesoura. Cortava meu pescoço, meus braços. Não eram cortes profundos, mas doíam também.

Ele passou a me agredir com o seu membro. Empurrava-o com força, me fazia gritar e chorar. Dizia que eu nunca devo ser gentil com estranhos, e que aquilo tudo era culpa minha.

Ele não era feio, era realmente bonito e atraente, mas, aquilo já não importava mais, já que eu estava à beira da morte. Ele fez um corte do lado da minha costela, e começo a enfiar o dedo, como se quisesse deixar aquilo maior.

Eu já estava coberta de sangue e muito fraca. Até que ele me olhou e falou “Durma bem...” e enfiou a tesoura na minha barriga. Eu apaguei completamente.

Agora, estou aqui, nesse hospital. Acordei de um coma de três semanas. Os policiais me disseram que fui encontrada na porta da minha casa à beira da morte.

Meus pais me dizem que vai ficar tudo bem e que eles me amam. Isso já não importa. Luke fugiu e não foi visto desde então. As buscas foram encerradas, e ele foi dado como desaparecido e foragido. Tenho pesadelos com ele quase sempre que fecho meus olhos.

Minha vida acabou, e Luke está solto. Ele vai voltar pra me pegar, eu tenho certeza.

Baseado em relatos reais.

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