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Era uma noite fria e tarde da noite, não estava conseguindo dormir por conta das vozes que escultava em minha mente, me chamo David e tenho 16 anos de idade, sem pai e mãe fui obrigado a morar com uma amiga dos meus falecidos pais que aparentemente tem agido muito estranho mas eu havia aprendido a ignorar com o tempo, e foi exatamente isso... o tempo foi passando e não conseguia fazer amigos, na escola era apenas um estranho, uma pessoa sem importância, não era acostumado a sair de casa porque não tinha ninguém com quem pudesse conversar e chamar de amigo, fui uma pessoa muito solitária e com isso acabei por me tornar depressivo e com essa depressão comecei a ouvir vozes. Como era tarde da noite estava no porão segurando uma faca cortando levemente partes de meu corpo observando o sangue escorrer em minha pele, um pequeno riso havia se formado em meu rosto no que percebi que era estranho, mas não me importei.

" Para que você faz isso?"

Ouço as vozes em minha mente, mas estava concentrado demais para prestar atenção, de repente começo a ouvir barulhos estranhos vindo da cozinha de algo sendo lançado contra a parede e de vidros quebrados, com a faca em mãos eu desso para ver o que estava acontecendo e me deparo com a Anna quebrando as coisas enquanto cambaleava, um fedor de álcool subiu de forma incontrolável que era possível até os vizinhos sentirem, ela estava furiosa com alguma coisa mas eu não conseguia me mexer, parecia que algo havia paralisado meu corpo, de repente ouve-se uma pancada forte na porta e ela sendo arrancada pelos trincos, quando fui ver o que era dois policiais entraram apontando a arma para mim.

- Por favor... ela es...

Antes que eu pudesse terminar a frase uma onda de choque invade meu corpo o deixando sem movimento, as ultimas cenas que vi foi dos moradores do bairro me olhando com pavor e depois disso tudo escureceu. Por que? Perdi meu pai, perdi minha mão, e agora isso... senti uma gota de lágrimas descer de meu rosto, mas foi a ultima lágrima. Ao acordar estava amarrado em cima de uma mesa, tentei me soltar mas não conseguia, um cara passa pela porta segurando um tipo de caderno de anotação.

- Onde estou?

Perguntei mas tudo o que o cara fez foi me olhar com um olhar de ódio e raiva mas eu não conseguia entender o porque, ele largou o caderno e a caneta em cima de uma mesa, se aproximou e amarrou um pano em minha boca, tente reagir mas não conseguia, ele colocou dois objetos em minha cabeça, tentei olhar para os lados mas não via nada, ouvi os passos dele se aproximar perto de algo e um botão sendo ligado, uma grande intensidade de choque passa por cada canto do meu corpo, tento gritar mas não consigo, as vozes em minha mente já estava desejando algo a mais, o choque ainda passa pelo meu corpo até as veias quase estourarem, uma onda de raiva toma conta de mim, de uma forma que eu não conseguia controlar. O cara desliga a cama elétrica mas minha raiva não passa.

" Sangue... sangue... precisamos faze-lo pagar David, eu sei que você quer isso... não é?"

- Sim, eu quero isso...

O que você disse moleque?

Fechei meus olhos e prendi a minha respiração, meu coração começou a desacelerar e isso o assustou, desesperado ele chama por ajuda e me desamarra, ao se distrair para ver se vinha alguém ajudar me levantei de cima da cama, peguei a caneta e me aproximei para o mais perto possível sem que me notasse, afundei a ponta da caneta em seu pescoço o fazendo se afogar no próprio sangue, assim que o matei sai do maldito quarto e andei pelo corredor até me deparar com dois caras vestido de branco, com um sorriso no rosto me aproximei deles e parei de frente, os dois me encaravam em por isso segurei do pescoço de um e apertei até morrer sufocado, o mais baixo tentou lutar mas eu segurei na cabeça dele e joguei na parede repetidas vezes até abrir um buraco enorme no crânio deixando o cérebro quase amostra.

Saindo daquele inferno fui para casa sorridente de forma mais insana, de forma mais psicótica, ao parar na frente de casa tento abrir a porta mas ela esta trancada, então me lembrei onde Anna sempre guarda a chave, fui até a moita de flores e a peguei, retornando novamente destranco a porta e entro, vou até a cozinha e pego uma faca mas grande que há, fui direto para o quarto da Anna e me escondo da escuridão.

- Anna... Anna... Anna...

A chamei da forma mais confortante, ela se assustou e olhou para os lados apavorada procurando a origem da voz.

- Quem está ai?

Perguntou em meio aos cobertores, sai da escuridão apertando o cabo da faca e andando em direção a ela, chegando cada vez mais e mais próximo coloco a lamina da faca no pescoço dela, antes que dela gritar rasgo a garganta fazendo o sangue espirrar na parede e na cama, gotas ainda pegaram em meu rosto nas eu nunca tinha me divertido tanto assim, nunca havia me sentido tão vivo, cortei cada membro do corpo dela e espalhei pela casa, guardei a faca em minha cintura, fui até meu guarda roupa e peguei uma roupa com capuz e a vesti, coloquei o capuz sobre a cabeça e fugi.

HOJE AGRADEÇO A SOCIEDADE POR TER ME MOSTRADO QUEM SOU REALMENTE, QUAL É O MEU OBJETIVO... SOU DAVID THE KILLER E SUGIRO QUE ME TE AMAM, OU VOCÊS IRÃO DORMIR PRA NUNCA MAIS ACORDAR.

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