Fandom

Wiki Creepypasta Brasil

Candy!

1 813 pages em
Este wiki
Adicione uma página
Comentários40 Compartilhar

No lindo, quase utópico Reino Doce, um agradável dia amanhecia para cada cidadão, a princesa estava bastante ocupada em seu laboratório, fazendo pesquisas importantes para Ooo, enquanto ao seu lado, o pequeno Mordomo Menta a olhava com interesse.

"O que irá realizar hoje, majestade?" - Indagou ele.

A princesa que até então parecia muito entretida com aqueles tubos de ensaio, virou-se para aquele indivíduo, sua face formava um sorriso manso, por fim, agachou-se para ficar na altura de seu empregado alvirrubro.

"Hoje irei fazer um experimento!" -Ditou ela "E preciso muito de sua ajuda, não é algo que você não esteja acostumado!" Por fim, começou a sussurrar na orelha de seu servo o que queria, se fosse qualquer pessoa doce, seu rosto retorceria em pavor ou quem sabe indignação, porém, a criatura maligna já estava bastante acostumada aquelas coisas.

_______________

A primeira coisa que fez, foi ir á casa na árvore, Jake que se encontrava aí, deu permissão para Menta entrar, e assim o fez, enquanto o cachorro de pelagem dourada se divertia com BMO, o compacto videogame.

" Então, o que veio fazer aqui, Menta? A Princesa Jujuba foi raptada de novo?"

" Oh, obrigado por sua consideração para como minha majestade, mas não, ela queria convidar seu amigo para jantar, numa cerimônia formal, não é um encontro, era tipo uma retribuição de seus atos..."

" Nossa, eu nem sabia disso! É uma pena que estarei com Íris essa noite! Mas você não acha que o Finn não estaria pra ser cantando?"

"Não pense assim da minha Jujuba! Se ela quisesse algum compromisso com esse menino, já o teria a tempos, se não te incomodar, poderia mandar essa mensagem ao seu amigo?" - Menta parecia impaciente, também o Jake era muito irritante para o gasto, após uma rápida despedida do cão, Menta apressou o passo e deixou o lugar montado num cavalo goma.

-/

A noite chegou rápido demais, Jake despediu-se do amigo e irmão adotado, sem antes lhe avisar sobre o  tal jantar, Finn quis ir, Jujuba era sua amiga e tinha muita consideração pela monarca, porém, temia o enorme ciúme doentio de sua namorada, a Princesa de Fogo, sem escolhas, o menino a convidou para ir junto dele, alegando que Jujuba convidara os dois, impertinente como era, a menina arrumou-se de modo provocante, num belo vestido decotado e que acentuava suas curvas.

O loiro sem fazer objeções, levou consigo.

Quando chegaram ao reino, Finn pediu a princesa se controlar e evitasse queimar tudo no caminho, a ruiva aceitou o pedido com pouco de irritação.

Passaram pelos guardas banana, que recuaram um pouco para trás, permitindo a passagem deles pela grande porta rósea que levava ao salão principal, após um curta caminhada de cerca de dois minutos, localizaram uma enorme mesa retangular, cuja o pano era branco e cheio de babados dourados, a mesa estava farta de vários alimentos, uvas, uma enorme lagosta com molho, porco assado... Enfim, tudo que um faminto aventureiro gostaria de fazer.

" Com licença" - Menta apareceu " Peço-lhes para sentarem em seus devidos lugares" - O doce apontou os lugares, praticamente sentariam um no na frente do outro, Finn do lado esquerdo e fogo no direito, o garoto se controlava para não mordiscar absolutamente nada, enquanto sua "doce" namorada o via entediada.

Jujuba veio finalmente, não trajava uma roupa adequada a um jantar desse porte, e sim seu típico jaleco de cientista, aqueles óculos redondos e seu cabelo sendo segurado por um rabo de cavalo.

"Você veio finn, pensei que não viria e você..." - A rosada nem tentou fingir o desapontamento, a mais velha sentou-se em sua cadeira, estava virada em direção a porta e tinha os dois em seus respectivos lados "Sirvam-se!".

Finn foi o primeiro, rudemente engoliu a carne de porco, estava um pouco borrachuda demais, sua namorada o acompanhou, diminuiu a temperatura do corpo e engoliu a uva, comeram cada refeição, mas não havia nada como os doces do reino, apenas frutas, carnes e derivados, Fogo notou a rosada, nem encostava no prato, apenas friamente os analisa com as mãos no queixo e com olhar entrecortado.

"Não irá comer, anfitriã?" - a ruiva interroga com um tom de escárnio.

"Ah, esqueci, estou meio satisfeita, mas adoraria observar vocês dois" - a voz saiu um pouco rouca que o habitual, gerando um certo desconforto no garoto, que ainda nem fazia ideia da suma importância de sua presença ali.

"Princesa... O queria mesmo comigo?"

"Eu?" - Fez-se de desentendida - "Apenas queria ver um experimento! Você vai adorar, você sempre adorou os meus experimentos!" - Princesa de Fogo fitou o rapaz com uma cara carrancuda demais para o mesmo encarar, deu um leve tossida, parecia que estava tentando disfarçar a tensão daquele olhar, porém algo havia de errado, sua garganta doía, como se ela se contraísse, rapidamente suas bochechas ficaram infladas e adquiriram uma tonalidade vermelha, enquanto o suor de seu rosto descia rapidamente, estava sufocando.

Fogo não podia nada a fazer se não gritar.

" Rápido, ele está com uma reação alérgica!" - Jujuba levantou-se da cadeira, pegando rudemente nos braços " Se não se importa, o levarei ao meu laboratório para fazer o atendimento."

"Por que não o leva até a enfermaria?"

"Infelizmente não dá, ela está em quarentena, pois alguns cidadãos adquiriram uma perigosa doença bacteriana, e só tenho material lá!" As duas se apressaram no correr, enquanto o rosto do menino ficava cada vez mais inchado e irreconhecível, a outra princesa só faltava se debulhar em desespero.

Chegaram próximas a uma enorme porta de ferro, Jujuba facilmente abriu com uma chave especial, a garota iria se adentrar com eles, porém a rosada a barrou.

"Não posso permitir que entre, há vários produtos inflamáveis, não quero que acidentes aconteçam!"

"Ma-mas eu quero ajudar, prometo me controlar..."

"Você não pode, você é apenas um acidente". - Escarniou e fechou a porta na cara dela.

A mulher carregou-o até a sua típica mesa de estudos, por sorte, encontrava-se vazia e limpa, seria útil. Do outro lado estava Menta, que apenas esperava o comando de sua majestade, Finn permanecia calmo, perdia lentamente sua consciência devido a alergia.

"Por favor Menta, traga-me a seringa" - Ela estendeu a mão pra baixo, Menta entregou-lhe de antemão e assim, perfurando aquela fina pele rosada, que pedia aquela doce princesa por mais um furinho, mas aguentou a tentação, deixou despejar aquela solução no menino.

O rosto dele lentamente voltou ao normal, até que algum tempo depois, ele se mostrou um pouco disposto, Menta informou a princesa que Fogo já fora com a notícia que seu namorado estava bem. 

"Obrigado PB, estou bem melhor" - falou animado "Acho que sou alérgico á lagosta ou algo do tipo!"

"Deu pra ver, você praticamente se serviu de tudo lá!"  - Menta respondeu sem nenhuma compaixão "Veja você está todo sujo, melhor ficar parado aí!"

Finn não deu nenhum passo, continuou deitado lá, tinha algo na voz do mordomo que o intimidara.

"Não se preocupe Finn, ele está um pouco nervoso" - Jujuba sorriu um pouco nervosa, caminhou até a porta e a trancou-a, guardando a chave por entre o seios. 

"Por que trancou a porta?" - Perguntou o jovem, aparentemente desconfortável.

"Apenas quero fazer um experimento, um que você irá gostar e se não gostar... - seu sorriso ficou ainda mais aberto, num tom mórbido- " Vou fazer você gostar!"

Ela retirou daquele longo avental uma pequena faca, sua lâmina era estreita e sem brilho, a borda cortante estava desgastada, como se tivesse usado-a muitas vezes, o garoto deu um pulo sobre a mesa, ficando em pé e pronto para se defender.

"Do que está falando?" - Gritou.

"Ah, você irá ver!" - prosseguiu, indo na direção do mesmo, Finn desce da mesa e em disparada tenta ir pra porta, porém o Mordomo Menta apareceu, barrando sua frente, impaciente, o rapaz empurrou o serviçal pra lado com certa violência, derrubando-o no chão, dirigiu-se a porta e tentou abri-la, porém era fraco comparado ao denso metal.

Menta aproveitou a deixa do momento, Jujuba jogou-lhe a faca e num gesto rápido, aplicou um corte transversal nas duas panturrilhas, Finn gemeu levemente, enquanto o sangue despencou praticamente do corte e sem força para ficar de pé se ajoelha.

"Que bom que você fez isso Menta!" - ela se aproximou do mesmo afagando o topo da cabeça "Sabe, eu tenho muita coisa a fazer com ele! Que nem faço ideia!"

"Permita-me dizer que você irá fazer uma boa escolha." Menta pegou o jovem pelos ombros e começou a arrastá-lo pelo chão, sujando-o com o próprio sangue, jogou o corpo em cima de alguns frascos cheios de líquidos que facilmente quebraram-se devido ao peço, o vidro atravessou a sua fina derme,e ficou lá, encravado entre pele e carne.

"Por que está fazendo isso? " - grunhiu, era agoniante sentir aqueles corpos estranhos em seu corpo "O que te fiz Jujuba!?"

"Nada, mas experiências acontecem e cobaias... são testadas."

O garoto não disse nada, entretanto, aquele líquido que batera em seu corpo começou a agir subitamente, primeiro foi uma queimação, até que percebeu o quão volátil era, sua carne praticamente estava sendo corroída nas áreas afetadas, o rapaz não economizou na voz, soltou um gemido alto que foi acompanhado de choramingo interminável, Jujuba ficou fascinada com aquele choro e não se importou com aquele "anjo" em sua frente, pedindo para parar.

Ela virou o corpo dele, e começou a retirar os cacos, não queria empecilhos, mas também não queria diminuir sua dor, tirou lentamente, enquanto puxava, a pele dele esticava um pouco, ainda grudada no caco, Menta que não era bobo o segurava, impedindo de se mexer ou tentar escapar, Jujuba arrancou o primeiro, observando um pequeno pedaço de pele e tecido de sua blusa grudados nele, o vidro deveria ter penetrado bem fundo, rasgando tudo que via pela frente.

Finn apenas mordeu o lábio, era patético a situação que se encontrava, mas a princesa não se compadecia, era fria, fria como precisava ser. Por fim caco por caco retirou. Puxou aquela linda blusa azul que ele usava e a cortou com a lâmina da faca, deixando peitoral e costas nuas, agora podia avaliar o estado das costas, tinha uma enorme queimadura na omoplata direita e outra um pouco menor no meio das costas, a carne estava viva e exposta e aquilo tudo era um espetáculo lindo!

"Nossa, você queimado é ainda mais vívido!"

" Va-vai pro inferno! - Vociferou o menino, o lábio estava a ponto de sangrar devido a enorme pressão exercida pelos seus dentes afiados "Eu não acredito que você está fazendo isso." 

"Acredite menino, como você diria? Ah! 'matemático'!" - Menta falou friamente - "Por que você não brinca com as queimaduras?"

"Boa ideia."

Jujuba passou a ponta afiada da faca sobre o ferimento maior, não era algo doloroso, mas sim desconfortável, Finn tentou se concentrar em outra coisa, tentou elevar sua mente em algo, tudo que pensava era naquele verdejante campo em frente a sua casa, nesse instante, a faca afundou um pouco na carne exposta, o loiro cerrou os punhos e continuou o exercício mental, a princesa olhava-o, testando aonde iria chegar sua capacidade de aguentar aquilo.

Ela começou então a tentar alargar, pressionando a lâmina na borda do ferimento, o corte foi rápido o suficiente para um novo jorro de sangue sair, porém sem um som sair, decepcionada, deixou as costas dele livres.

"Olha, eu não quero estar lhe entediando" falou apertando as bochechas dele "Por isso, vou apenas aumentar o processo!"

Desistiu das costas, agora seu interesse era outro, passou a faca por entre o ombro dele, cortando levemente, não era só para feri-lo, mas sim intimidá-lo, a vítima suava, os olhos percorriam a direção que a lâmina fazia. Jujuba então a cravou horizontalmente no braço esquerdo dele, exercendo uma enorme força no cabo, começou a fatiar, a pele cedeu a pressão e a carne foi lentamente cortada ao meio, Menta se via em dificuldade, pois o menino se mexia e muito.

A faca chegou então ao osso e com ainda mais força, a monarca o cortou no meio, teria que se esforçar, já que o ferimento poderia causar uma grave hemorragia, após separar o braço cortado do corpo num delicado e agonizante gesto para o aventureiro, Jujuba pegou a camisa dele e a enrolou na área amputada, garantindo um pouco mais de diversão.

Ele chorava, não podia conter aquele gesto involuntário de dor e humilhação. Jujuba nada disse, foi em direção a seu mordomo e gentilmente tirou um pedaço triangular da cabeça do servo, ele podia ficar muito bem sem, era necessariamente grande.

"Agora, abra a boca." - Pediu gentilmente.

"Nem morto sua cadela!" - Finalizou a frase cuspindo naquele lindo rosto de chiclete, furiosa, ela deu um tapa no rosto dele, tão forte que inclinou sua cabeça pro lado, num protesto cheio de palavrões, ela aproveitou a deixa para enfiar o pedaço na boca dele, no momento de distração ela enfiou uma pequena parte pra dentro daquele ambiente pequeno, só que depois, simplesmente socou aquilo entre as duas mandíbulas dele com brutalidade, foi até capaz de quebrar um dente dele que saltou de sua gengiva ainda sangrando, a boca ficou aberta no seu ângulo máximo, e como estava bem profundo, seria difícil tirá-lo dai sem o auxílio das mãos.

"Viu? Eu gosto de vê-lo, caladinho! Vejamos o que posso fazer... Ah, já sei o que fazer, meu lindo cavaleiro, onde estaria sua moral, sem sua honra?"

Estalou os dedos, Menta virou-o de barriga pra cima, as mãos de Jujuba andaram pelo abdômen fino do garoto até irem a virilha, onde a mesma tirou o short azul do menino com sofreguidão, lá estava sua cueca, cobrindo sua intimidade, mesmo assim, a monarca não se conteve, alisou a área demoradamente depois daquela carícia, seu sexo ficou excitado. Menta desviou olhar, enquanto fazia força descomunal naquele menino.

"Oh, você deve ser um punheteiro mesmo, já está duro!" - escarniou ela., Finn reiniciou o choro, um choro assustado, tinha nojo da princesa e de suas prováveis segundas intenções, tentou novamente ter aquela visão agradável, mas seus pensamentos ficavam ralos devido aos "avanços" da garota.

Ela arriou a sua cueca, deixando seu pênis exposto e logo começou a lambê-lo, fazendo a língua percorrer a área, a saliva cobria aquela área, Finn além de chorar, estava completamente envergonhado, queria entender como Menta tinha tanta força, era possível que foi sua amiga - a Morte- que a deu de presente.

A princesa então chegou aos testículos e os mordeu com força, agora o menino se debatia incontrolavelmente, era uma dor tão forte quanto esmagar seus osso, os dentes se cravavam naquela região, enquanto Jujuba se controlava para não rir da cena. Chegando ao seu ápice, o menino deixou seu sêmen cair, não fora no rosto dela, mas simplesmente naquela mão perturbadora.

"Hum, você é muito apressadinho, assim perde a graça!"

Retirou aquele enorme pedaço de bala de menta da boca dele e enfiou sua pequenina mão completamente lá dentro, então, esfregou um pouco de esperma em sua língua, enquanto deixava o resto cair pela fina garganta do menino, tirou de lá, cheia de saliva que ela rudemente passou na cara.

"Su-sua monstra" - falou fracamente.

"Nós cientistas somos monstros mesmo." - pegou a faca "Irei acabar com seu sofrimento, bem, não muito."

E voltou a dar atenção a virilha dele, passou a lâmina por cima do testículo, pressionando sobre a pele, reiniciando o processo de amputação, depois de cortar a pele dele, a lâmina atravessou a carne coberta de nervos (cujo o sofrimento era ainda mais amplificado) daquele órgão sexual, Finn, louco de dor, urrava por socorro, porém, tudo que ouvia era seu eco voltar para seus ouvidos, ela começou a rasgar o testículo com o movimento de "vai-e-vem" até que arrancou o direito, deixando o esquerdo dependurado.

"Hora da salada de ovo! Melhor comer tudo criança!" - entregou o testículo ao mordomo, este deu um soco na barriga do menino, sem ar, abriu a boca novamente em seu erro fatal de ter deixado seu fôlego escapar e lá, seu órgão foi jogado, enquanto que Menta cruelmente fechou segurava seus lábios "Isso, engula tudo, amor! - E voltou a lamber o testículo, agora o único que sobrara, deixando a marca daquele sangue sujo entre seus belos dentes, gengivas e língua.

Parou o sexo oral e resolveu praticar algo pior, já estava sem tempo e queria logo para o fim. Ela subiu então a peça intima dele, cobrindo a nudez do mesmo e com simples golpe, afundou a faca naquela região, não dava para distinguir nada, a única coisa horrível de ver foi que devido ao impacto, o humano com toda a força do corpo cuspiu seu outro testículo, numa enxurrada de saliva e vômito.

"Vamos ver o que acertei, minha nossa, como está pálido Finn, como sou descuidada, você está com hemorragia!" - sussurrou, ela tateou a área com a mão esquerda, até notar que o pênis do mesmo foi cortado ao meio. "Digamos que hoje você morreu moralmente Finn, ou melhor, Fionna!"

O menino não respondeu, perdia a consciência...

"Já que é uma mulher agora e engoliu sua semente, nada me impede de ver sua gravidez!" - num ultimo golpe, cravou a faca na barriga do menino, arrastando-a num corte vertical, seus dedos esguios entraram na ferida e abriram como se abrissem uma janela, Jujuba viu aqueles órgãos, principalmente o longo intestino que mais parecia uma lombriga. " E que pena, parece que abortou!"

Mas o silêncio, ele morrera.

"Que fraquinho Jujuba, já vi criminosos serem mais resistentes!" - Mordomo Menta falou decepcionado - "Tem planos para mais alguém?"

"Oh, sim e se tenho, pretendo comandar toda essa terra, toda Ooo se for possível!" - falou, dando uma lambida larga em sua faca " Nos deixe só, que me divertir com meu novo vibrador! Ha, Ha, Ha, enquanto isso, poderia chamar aquela linda Princesa de Fogo pra cá? Quero verificar se ela tem sangue..."

Psycho bubblegum by empty 10-d3d6aaa.png

(Escrito por CherryBell)

Interferência de bloqueador de anúncios detectada!


A Wikia é um site grátis que ganha dinheiro com publicidade. Nós temos uma experiência modificada para leitores usando bloqueadores de anúncios

A Wikia não é acessível se você fez outras modificações. Remova o bloqueador de anúncios personalizado para que a página carregue como esperado.

Mais da comunidade Wikia

Wiki aleatória