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Oi, gente. Essa é a minha primeira creepypasta, espero que gostem!

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Alguns disseram ser uma doença, outros disseram ser um psicótico arruinado, mas eu? Eu chamo isso que tenho de " Ataque psicopático de insanidade". É muito simples: De vez em quando ( tive isso durante a minha vida toda), eu começo a perder o controle da minha mente e fico totalmente insana. Simplificando, posso estar apontando uma faca em seu peito em questão de segundos. É muito comum você encontrar me sozinha no meu quarto, olhando pro teto, tentando achar uma solução para o meu "problema". Não tenho uma antecedência muito boa. Meu pai é um desempregado muito drogado e minha mãe, uma advogada com crises de pânico, insônia e depressão. Eu morava com minha mãe, em um apartamento perto da minha escola. Meu pai aparecia continuamente na minha escola para me pedir dinheiro emprestado. Como uma boa filha faria, eu não emprestava, já que sabia que ele usaria esse dinheiro para comprar drogas. Isso criava muitos conflitos entre eu e meu pai. Eu nunca tive muitos amigos, devido ao meu problema. Mas, também, não posso dizer a você que sou completamente normal. A noite,eu não durmo, e se minha mãe deixasse a porta do seu quarto destrancada, eu a observava dormir, minha pele é tão branca que parece ser cinza, tenho muitas olheiras e meus olhos não tem pupilas. Eu também me assustaria com essa visão.

Até hoje, amo relembrar meu melhor momento de vida desde os 12 anos: Eu estava em casa, minha mãe tinha acabado de chegar, e, como todo dia que era meu aniversário, ela subia para o meu quarto com um bolo, um presente,alguns doces e salgadinhos e o nosso CD favorito da banda Iron Maiden. Dá pra notar que minha mãe era bem doce, gentil e presente. Ao chegar, ela bateu na minha porta e disse " Meu bem, sou eu, posso entrar?" ; respondi: " Entre!" Minha mãe se sentou na minha cama, acariciou meu cabelo e me deu um pedaço de bolo " Meus parabéns , feliz aniversário, querida!" Eu sorri, a abracei e abri meu presente: era um pequeno ursinho de pelúcia e uma touca preta. " Obrigada, mãe! Eu adorei!!" Nisso abracei minha mãe e disse: " Mãe, sabe o que eu mais queria de aniversário ,natal e ano novo?" " O que?" " Que eu pare de ter esses meus ataques malucos e ser uma garota normal..." Minha mãe deixou soltar uma expressão bem triste e me abraçou dizendo: " Filha, ninguém é igual. Eu sei que é horrível essa doença, mas você sempre será minha garotinha. Nunca se esqueça disso, está bem?" Balancei a cabeça ,concordando. Na noite desse mesmo dia, fui obrigada a ir na casa do meu pai para comemorarmos meu aniversário. Todo ano era igual. Isso era só uma desculpa para ele mandar eu fazer tudo que ele quisesse. Já estava bem cansada disso. Então, tive uma ideia para acabar com esse problema. Agi normalmente com meu pai, lhe entreguei a sua pinga e desci para o porão, então, comecei a fazer bastante barulho. Meu pai, furioso, desceu as escadas do porão e começou a me procurar no meio daquele breu, antes de eu bater com o pé de uma cadeira em sua cabeça, fazendo com que ele desmaiasse. Ao acordar, meu pai estava preso numa cama e amordaçado. Tentou se soltar, mas as cordas estavam presas a cama com correntes. Também tentou chamar ajuda, mas ninguém estava lá para acudi-lo, estava apenas eu e ele no porão. Saí das sombras , sorrindo, e tirei a mordaça de sua boca. Ele disse " EI, O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO, MENINA??!! Assim que eu me soltar, você vai levar a maior surra de toda a sua vida!!!". Nisso, peguei minha faquinha e cortei sua língua fora, para ele se calar. Em seguida, eu amputei suas mãos e pés, bem divagar, para ele sentir bastante dor. Depois, abri sua barriga e comecei a tirar seus órgãos, um por um, deixando o coração para o final. Então, usei toda a minha força e arranquei seu coração, para, em seguida, costurar seus olhos e enganchar seus lábios com as bochechas , criando um grande sorriso. Por um tempo, fiquei parada, ali, no meio daquela carniça e fedor insuportável, olhando minha obra-prima. Não, eu não matei minha mãe. Ela sempre foi a única que me entendeu, a única que sempre me amou, a única que merece viver.A polícia diz que tudo que eu fiz foi obra de um assassino profissional, como são exagerados! Bem, depois dessa história, eu acho que você vai passar a respeitar seu colegas " diferentes" e tentar entendê-los, não? A propósito... Eu assisto você dormir ...

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