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07/12/2014

Meu nome é Alucard Masamune, eu sou um jovem de 14 anos e não tenho muito tempo pra mim.Eu sou um pesquisador paranormal nato, venho de uma família de bruxas de Salem, Monges do Tibe e samurais do Japão. Eu moro com minha irmã faz uns 3 meses, meus pais morreram quando um psicopata chamado Jeff veio a minha casa... ele matou meus pais na minha frente, e quando veio na minha direção eu lutei com ele e arranquei os dois braços do maldito, eu não me arrependo. Moro em LostValley, uma cidade próxima a Salem, aqui é bem pacato, mas já foi assolado por uma grande praga, não vespas ou gafanhotos, mortes, dezenas se não centenas delas. Um homem, apenas conhecido como "O Arlekin de Ebano" sozinho em uma noite matou e brutalmente desmembrou 27 pessoas em apenas 30 minutos todos os oficiais da vila que existia aqui foram mortos, e todos da cidade teriam morrido se não fosse uma pessoa, meu ancestral Ashura Masamune, ele era um samurai que fugiu do Japão por paz, quando ele chegou a cidade e viu o massacre e o Arlekin com suas facas de metal negro banhadas no sangue de mulheres e crianças,ele correu em direção ao palhaço das trevas e o atacou o homem que viu tudo, Isaac York, relatou que ambos ficaram a 15 passos um do outro, ele contou que ao sacar da katana de meu ancestral, tudo ficou lento e o corte limpo fora feito, apos o tempo se normalizar,pode ver um, a lamina da espada de Masamune estava limpa, mas quando este guardou-a um grande jato de sangue escorreu do palhaço, que apenas se tornou sombras, ao contar sua historia o Medico, Isaac, relatou que presenciou a cena do primeira morte da noite, que dizia claramente:

- Era uma pacata noite em meu pequeno consultório medico, a jovem senhorita, Anabel Parradon, viera a meu recinto para tratar de um profundo ferimento devido a uma armadilha para ursos, e a mente tola e desprevenida de minha paciente, mas quando eu olhei pela janela, vi aquela monstruosa face, um homem com uma grande mascara branca com um sorriso pérfido e irônico, em contra partida aos olhos da mascara que eram maquiavélicos e malévolos. Eu apenas corri para uma sala que tinha ao lado do consultório, uma pequena biblioteca a jovem que corri junto a mim foi puxada, pelo Arlekin, eu empurrei um grande armário de mogno, muito pesado admito, mesmo para minha condição jovial. Eu vi através da pequena fresta entre a parede e a sala que eu usava para aplicar meu oficio, lá estava o Arlekin. Primeiro ele prendeu os braços da jovem na cadeira e a despiu, ele não esboçava prazer ao fazer-lo, apenas o fazia, então uma velha mulher, que a muito passara dos 100 anos se me permite dizer, aproximou-se da jovem e o Arlekin cortou a garganta da pobre Anabel, e lá que com muita crueldade a velha senhora molhou os lambios no sangue e beijou a garota que chorava e repudiava a velha mulher. O beijou, não me incomodou em nada, eu até sinto um nojo grandioso pela sociedade moralista, com suas "regras de conduta" que tinha ódio pela diferença, o que mais de deixou horrorizado foi o fato de que a velha senhora transformou sua língua em uma longa serpente que adentrou a garganta da jovem, e removeu-lhe o coração, eu o ouvia, batendo as veias ainda estavam ligadas ao órgão que se contraia e expandia, e em pouco tempo já estava na boca daquela víbora, ela mordeu o coração da jovem Anabel, pude ver com horror, o sangue da jovem estava agora rejuvenescendo a outrora velha, que agora removeu aquela longa capa,e despida tomou um vestido negro das mãos do Arlekin. Os cabelos negros e seios fartos eram impressionantemente belos,a sua aparência era digna de uma rainha, enquanto a jovem... pobre jovem estava lá, viva em uma imortalidade.

A bruxa solenemente disse-Jester, levea eu a quero, faltamente corpos, e Isaac, pode sair-falou ela doce remonvendo o grande armário facilmente-venha meu amado Isaac, você não morrera-ela falava e como uma sereia atraiame para o mar da perdição-eu apenas te deixarei viver, pois eu quero que conte a historia, dizia ela entregando a mim uma carta, o joker e a queen ambos de copas-Até meu amor, só voltarei quando o Ás de espadas vier a cidade, não este, mas sim o outro.

08/12/2014

Bom... estranho não concordam? eu recentemente ao caminhar pelo bosque, vi um homem que se parecia com o dito Arlekin, o que mais me impressionou, foi o apresso que está cidade possui a meu ancestral, eles ergueram uma estatua em sua homenagem, e a espada original está, ou estava lá, quando fui ao local a espada estava cravada em uma pedra, e um Ás de espadas restava dentro de um vidro, abaixo dele dizia claramente-Somente o que descende do Ás pudera livrar nossa cidade caso a morte retorne, era proposto um desafio a quem chegar naquele local, aquele que remover a espada de lamina prateada, terá o direito de ficar tanto com ela, quanto com a carta,que ira trazer sorte e forças a quem a possuir, eu estava lá quieto enquanto um grande rapaz, que era conhecido como um ladrão, em minha escola, estava tentando puxar a espada sem sequer mover-la, quando ele foi embora.

Um amigo meu, Ronald, um garoto de baixa estatura que é muito humilhado, falou com calma-porque não tenta tirar a katana, o nome dela é masamune, mesmo nome dado a o Lendario Ashura, e parece que você e ele são parentes, tenta-pela empolgação eu puxei a espada e facilmente ela saiu,aquela linda katana, de quase um metro e meio era magnifica,eu olhei e ali estava,o vidro avia se movido e dentro estava um baralho inteiro e uma carta,haviam dezenas de pessoas em volta que me parabenisavam,a cidade realmente só resistiu ao tempo pela lenda. Quando toquei o baralho, senti um arrepio tremendo, era como se algo tivesse acordado, em mim, eu peguei o baralho, e meu amigo deu para mim uma pequena bolsa que ele usava para guardar cards variados, eu guardei e fui para casa junto a katana e a carta, quando cheguei em casa minha irmã Kaori veio me beijando e abraçando, me dando os parabens por ter recuperado o "tesouro da familia Masamune" quando deitei-me e dormi tive um pesadelo.

Eu estava em meio a mata caminhando, enquanto um ser, o Arlekin me perseguia,eu corria sem parar, me escondi perto a uma outrora gloriosa crípita,haviam seis tumolos e uma estatua de uma bela mulher,em cada tumulo estava escrito um pecado,Ganancia,Gula,Ira,Preguiça,Inveja,Orgulho estranhei algo...o setimo pecado estava faltando até eu olhar para a estatua e notar a palavra luxuria na placa de broze abaixo dos pés da estatua,eu então enchendo-se de sangue um grande canal de pequenos cortes no chão que encheu os tumulos,cada tumulo tinha um rosto na suas estreminades,quando todos os rostos se encheram de sangue,pude ver.O Arlekin rindo e efetuando o mesmo que fizera com a pobre Anabel,e a maldita mulher,ainda jovem fazendo o mesmo.E eu apenas ataqueia coma a katana que levava comigo,antes de tudo virar sombras e eu ver,o corpo de minha irmã,multilado,aberto e sangrando,ela vivia,e sofria sem poder se mexer,e uma queimadura em forma de um simbolo de copas estava entre seus seios.Apos isso acordei,as duas da manhã com o arlekin,me encarando antes de sumir,deixando apenas outra carta para mim.

Feita por Alucard Belmont

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