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Era noite de quarta-feira. Eithan tinha saído com seus amigos, como fazia de costume quando não tinha nada para se fazer. Eithan estava totalmente bêbado, ele foi andando até seu pequeno apartamento a dois quarteirões do bar a onde estava. Era um bar muito bem movimentado e frequentado, só que ele não tinha reparado que alguém o observava de longe, com ar de morte em volto de seus cabelos.

Kaneki

Eithan chego na soleira de seu prédio, pego e foi se rastejando até a porta do elevador, ele precisava chegar ao penúltimo andar, mas sua visão estava turva de tanta cachaça que percorria suas veias. Ele apertou o botão para subir depois de um grande esforço, mesmo bêbado, Eithan viu uma menina parar ao seu lado, ela era um pouco mais baixa que ele, tinha cabelos ruivos que quase não apareciam debaixo do capuz de sua jaqueta azul marinho, estava usando uma saia xadrez, mas o engraçado é que ele pensava nunca ter a visto, ele endireitou o corpo tentando parecer um galantiador quando a porta se abriu, ele deu um pulo para trás, a menina deu um sorriso de desdem, como se ele fosse um nada, ele viu aquilo e não deixaria barato.

Ela entrou primeiro e logo depois que ele entrou e apertou o botão que iria para a fileira de apartamentos que estava a sua casa. Quando o elevador se fechou na frente dos dois, ele chegou perto daquela menina indefesa e a prensou contra a parede e olhando para seus olhos pretos, era estranho ela tinha os olhos pretos como a noite, aquilo não era muito normal, mas em sua mente ele não pensava nisso, pensava em certas "diversões" com aquela menininha. Ele a beijou, ela retribuiu o beijo, o elevador deu um solavanco para parar, o beijo daquela garota era envolvente, pedia e implorava para que algo mais acontecesse, a porta do elevador se abriu, ela o puxou para o seu apartamento, enquanto ele a beijava e passava a mão em sua costas e descia até chegar as suas cochas, ela abre a porta e o puxa pra dentro, ele cai direto na cama, (agora todos esperam que eles fazem e sejam um casal feliz e tenha filhos e tals, me desculpe, não é assim que vai terminar) ele está meio sonolento e sua visão está turva, esperem? O que é aquilo que com a luz da lua brilha? É uma faca que ela tem em mãos? Uma coisa é certa, camisinha que não é. Ela vem devagar, sem pressa para deixar que o sangue flua melhor; estava tudo arranjado, um pote para colocar o sangue e a faca na escrivaninha perto da porta. Ela sobe na cama e ele tenta fugir, mas não consegue abrir a porta porque está fechada, ela o lança um olhar de reprovação, ela vira a cabeça lentamente para o lado, levanta a faca e dá um sorriso maquiavélico, ele tenta pular da janela, mas era resistente demais para ser quebrado, parecia que o mundo em sua volta não existia, que ali só tinha os dois, a faca e a morte sorrindo por um bônus depois de horas de trabalho. Ela se aproxima, ele vê o seu destino escrito nas paredes daquele quarto escuro, ela o pega pela cabeça e o lança na cama e berra:

- Fique aí e não ouse se mexer.

Ela vai até um lugar mais escuro e abre a porta de um armário, ali ele vê os piores instrumentos mortais que alguém poderia ver e sentir, ela pega uma faca mais afiada e olha para ele como se dissesse com o olhar:

- Vou usar só a faca para que não suje o meu apartamento.

Ela se aproxima girando a faca parecendo um relógio, ele estava ficando louco, sua cabeça começou a pirar, rapidamente quase como um raio ela o prende na cama, tira toda sua roupa e coloca um pano para abafar os gritos de dor que provavelmente ele teria. Ela o olha por um bom tempo, tentando analisar em como mata-lo. Ela chega perto de seu ouvido e sussurra:

-A sua vida é fácil, está sempre em baladas e festas, pega as garotinhas e aquilo esta tudo bem pra você, bom, tenho uma péssima noticia, eu irei brincar com você do meu jeito, vamos ver se você gosta, combinado? É claro se você sobreviver. 

Os olhos de Eithan demonstravam pavor, ela escorregou sua mão da cintura até chegar em uma das partes mais sensíveis do homem (exatamente meninos e meninas, é uma coisinha que atualmente chamamos de pênis), ela o levanta e analisa, pega a faca e vai cortando lentamente, aquilo não o mataria, ela joga de lado aquela coisa mole e nojenta, ele dava gritos de dor, ela penetra a faca a onde restou só um buraquinho e sobe a faca até seu peito, aquilo o abre inteiro, ela dá um tapa na cara dele para que não desmaie, todos os órgãos estavam funcionando perfeitamente com tudo exposto, ela chega perto de seu ouvido mais uma vez e fala:

-Adeus baby.

Ela enfia a faca em seu coração, aquilo molhou todo o seu rosto, mas ela estava feliz, ela tirou os órgãos dele e colocou em um saco, retirou sua pele e jogou no mesmo saco, e o colocou na cesta de lixo, ninguém perceberia, daqui a poucos segundos o caminhão de lixo passaria e o levaria embora, ela deu um sorriso e voltou ao apartamento, limpou tudo, não deixando nem um vestígio de que alguém estivera ali, sentou no sofá ereta, colocou a jaqueta, e a porta se abriu, sua mãe entrou e deu um sorriso cansado e amável para sua filha, a menina pulou do sofá e correu para abraçar a mãe que tinha acabado de chegar, a mãe vira de costas para a menina indo para a cozinha, e se depara com uma cena horrível, órgão jogados e a pele de uma pessoa no chão sendo usado como tapete, a menina dá um sorriso, fecha a porta e fala:

-Sua vez mamãe...!

Autora: Rafa R Rubim

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