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Ano Novo

Lá estava eu, era dia 31 de Dezembro o ano era 2013 ou 2014 eu tinha apenas 10 anos, amanhã como de costuma iriamos a praia. Eu amo a praia. Ou amava antes destes fatos. Como sempre, hoje iriamos para a cidade comprar coisas como biquínis, protetores, bronzeadores e outras coisas para levar. Fomos eu, meu papai e minha mamãe. Meu irmão se sentia um pouco doente de forma que ele ficaria em casa mesmo, espero que ele melhore logo. Minha mãe, como já costumava fazer, iria levar as chaves da casa com ela, mesmo sendo chave de quartos ou qualquer outra coisa que podíamos deixar em casa. Enquanto saíamos meu irmão estava tomando banho, todas as portas com exceção a de acesso a casa estavam abertas. Nossa mãe antes de sair se aproximou da porta do banheiro e desejou melhoras para ele, em seguida saímos. As compras foram feitas e enquanto estavam sendo guardadas no carro ele nos ligou falando que seu quarto estava trancado. E perguntou se havia sido nossa mãe. Ela não fala nada por um instante apenas olhando para o nada. Respira fundo para em seguida falar:

-Ahn... acho que deixei aberta, filho.

Eu não conseguia entender, ela parecia com certo receio. Pelo celular era possível ouvir o latido de nossa cachorrinha aparentemente assustada. Com isso Samuel desistiu de tentar abrir a porta de seu quarto e foi para o computador. Logo um amigo que ele chamou chegou para fazê-lo companhia. Chegamos em casa cerca de 5 a 10 minutos depois, minha mãe parecia apreensiva. Enquanto subíamos as escadas, já ouvimos a cadela latir em direção ao quarto de meu irmão. Ele estava sentado próximo ao computador com seu amigo. Ainda parecia meio tenso, sendo assim, enquanto íamos em direção ao seu quarto faiamos leves brincadeira com sua cara para acalma-lo. Chegando lá nossa mãe tentou abrir a porta e viu que ela havia sido trancada por dentro. Com certa dificuldade ela consegue destrancar e abrir, vendo que a chave estava na porta. No entanto, a janela do quarto estava fechada e o próprio quarto aparentava estar sem ninguém. Logo que abrimos a porta por completo, ela havia sido aberta apenas parcialmente para o caso de haver alguém ali, nossa cadela grunhiu e em seguida correu com medo. Sentimos uma pequena lufada vir em cima de mim. Eu não sabia o pq, mas havia sentido um imenso medo daquilo. Minha mãe tinha novamente feito a cara de antes com certo medo. Meu irmão estava paralisado. Nenhum de nós sabia ao certo o que era que havia ocorrido. Mas nossa mãe logo respira fundo se acalmando e finge que nada havia ocorrido. Ela sorri e fala:

-Pronto Samuel, destrancada. Já arrumou suas coisas para amanhã? Tenho certeza que iremos nos divertir muito.

Ela falava aquilo como se não tivesse ocorrido nada, mesmo que o medo estivesse estampado na face minha e de meu irmão. Mas tínhamos que dar fim às malas. Amanhã sem dúvida seria um dia divertido. Fui para meu quarto e ele para o dele. Logo havíamos arrumado nossas malas, já era de noite, em torno das 23 da noite. Nossa mãe nos mandou dormir, mesmo aquilo sendo bastante incomum. Eu logo fui para minha cama. Fiquei deitada, nem estava mais lembrando do que havia ocorrido de tarde. Mas meu irmão parecia que se lembrava, afinal, ele não queria sequer dormir em seu quarto o que o levou a dormir no meu em um colchão no chão. 

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