FANDOM


No dia 17 de junho de 2006,um garoto com 13 anos de idade foi encontrado morto em um restaurante da rede de fast food McDonalds,em Nova York.Ele usava um uniforme de orfanato e ao seu lado foi encontrado um papel de caderno,com uma carta,oque leva as autoridades á hipótese de suicidio.Porém,ainda há muitas dúvidas sobre o caso.Como o menino fugiu de seu orfanato?Porque ele foi á um restaurante que,segundo o uniforme,ficava a 2km de seu orfanato?E a maior pergunta:porque as autoridades não deram quase nenhuma informação do caso?Várias perguntas sem qualquer resposta.Em pouco tempo,o caso caio no esquecimento,isso até 2016.

No dia 04 de Dezembro de 2016,dez anos após o caso,um homem que não revelou seu verdadeiro nome,em um fórum de teorias da conspiração da Deep Web,afirmou ter trabalhado na rede de fast-food,e disse que o caso foi encoberto pelas autoridades,que receberam propina do McDonalds,e que poucos e pequenos sites de notícias postaram uma notícia do caso.Por isso,é quase ímpossivel achar a notícia na internet,más tem algo a mais,algo que apenas quem era do McDonalds sabia.Ele afirmou que o conteúdo da carta foi alterado pelos funcionarios do restaurante onde o corpo foi encontrado,e mais.Disse que o menino não era do orfanato:que os funcionarios trocaram suas roupas,colocando o uniforme.Ele disse que colocando isso na internet,sua vida estava correndo riscos,más que a verdade tinha que ser revelada.Ele postou o real conteúdo da carta,que você verá logo abaixo.Leia,por sua conta e risco.

"Você certamente conhece a rede de fast-food McDonalds.Covenhamos,quem não conheçe?Todo santo dia,pelo menos uma propaganda desse maldito restaurante passa na TV.Oque muitos não sabem,é que o McDonalds,possuí uma instituição de caridade,que acolhe órfãos e mordadores de rua,chamada Casa Ronald McDonalds.Isso pode parecer normal,afinal certas empresas possuem institutos de caridade.Oque ninguém sabe,é que entre as instalações de Casa Ronald McDonalds,existe uma em específico.Uma que é diferente.Ela não tem uma fachada,indicando que é uma Casa Ronald McDonalds.Não tem número,não tem indereço,e geralmente fica em um local isolado,onde não há movimento.Ela é rara,e existe apenas em cidades grandes com influencia economica em seu país.O único geito de chegar até lá e se você for levado até a mesma,que foi oque aconteceu comigo.

Eu nunca conheci meus pais de verdade,e sou oque eles chamam de "garoto mal".Já passei por várias famílias,más eles sempre me devolviam 1 ou 2 anos depois.Eu lembro do carinho que eles me davam,más eu nasci para decepcionar famílias,e por isso decepcionei cada um deles.

Era dia 16 de Junho.Eu estava no centro de atendimento.Minha assistente social chegou.Ela era loira,com belos olhos azuis.Ela chegou até mim.Dava para ver o cansaço em seus olhos.

-Bom,você foi um garoto mal.Agora,só lhe restam duas opções:escola militar,ou a Casa Ronald McDonalds,que milagrosamente propos lhe acolher em uma de suas instalações.

Eu nunca tive paciencia com sargentos,e acordar 5 horas da manhã?Ha,não me faça rir.Além disso,oque teria demais ficar em um orfanato em homenagem a um palhaço de fast-food?

-Casa Ronald McDonalds,é claro. Eu disse,sem saber que essa era a pior escolha que eu faria em minha vida.

-Bom,arrume suas coisas.Sairemos daqui 1 hora.

Fiz como ela mandou.Peguei uma mala grande,onde guardava as roupas que as familias que me adotaram deram.Peguei também uma mochila,onde guardei alguns cadernos,meu celular,uns agasalhos e etc.Também levava um álbum,contendo fotos de todas as familias que me adotaram.Eu gostava de ver tudo aquilo,pois me trazia boas lembranças,más como eu já disse,eu nasci para decepcionar familias.Então eu sai do local que estava,onde vi minha assistente social me esperando,ao lado de uma van,na qual entrei para partir viajem.

Depois de um tempo andando dentro da van,eu dei uma olhada na janela para ver onde estavamos.Estavamos no centro,e eu reconhecia cada um dos lugares.Certa vez,quando tinha 11 anos de idade,vim com meus irmãos até um bar para encher a cara.Bons tempos...

Depois de quase uma hora,a van parou,e assistente social disse:

-Chegamos.

Eu olhei pra fora da van,e vi que estavamos estacionados em frente a um edificio cinza,sem janelas.Não tinha nenhuma fachada,nem número,nem enderço,Não tinha siquer a decoração.

-Tem certeza?

-Bom,vamos descobrir

Ela olhou mais um pouco para o lugar pela janela da van.

-Nós já tivemos alguns casos que passaram pela casa Ronald McDonalds.

-...

-Além disso,eles assumem total responsabilidade as pessoas que recebem,então talvez nunca mais nos veremos.

Desci do carro.Peguei a alça da minha mochila com meu palmar destro e a coloquei nas costas,na qual apertava e desapertava.A assistente social foi até o porta malas,onde pegou minha mala.Nos aproximamos do local estranho.Em sua frente haviam duas portas de ferro,que se abriram após minha assistente falar com alguém pelo celular dela.Sim,era necessário falar com alguém por fora do edifício para poder entrar.Eu estranhei,obviamente,más não tinha outra opção.As portas se abriram,e fecharam depois que entramos.

O interior era mais estranho ainda.O lob do local tinha cadeiras,das mesma que você encontra em um hospital.Era mal iliminado e tinha portas que davam acesso a vários corredores brancos.No fundo do local,havia uma janela,com uma mulher vestida de enfermeira.Confesso que ela era até gostosa.

Nos aproximamos da mulher que estava de costas.Ela digitava rápidamente algo em seu computador.Minha assistente social se aproximou e disse:

-Olá.

A mulher então se virou.Ela estava usando uma maquiagem de palhaço,igual a de Ronald McDonalds.Ela deu um breve sorriso.

-Ah,olá,vocês já chegaram.

-Sim.Aqui está o garoto.

Ela olhou para mim,com um sorriso em seu rosto.

-Olá menino.Você vai gostar muito de ficar aqui.

-...

Minha assistente pegou de sua bolsa meus documentos,e os passou por uma entrada na jalena para a enfermeira,que os leu.Depois disso,elas discutirão um pouco,e então ela olhou para mim,com um olhar de ódio.Um calafrio subiu em mim,eu surtei.

-NÃO!EU NÃO POSSO FICAR AQUI!

Eu gritei de pavor.

-EU PREFIRO A ESCOLA MILITAR,ME LEVE PARA A ESCOLA MILITAR!

A assistente e a enfermeira olharam para mim.A enfermeira então disse,novamente com um sorriso no rosto:

-Que foi garoto?Medo de palhaços?

A assistente social olhou para meus olhos.Ela estava com raiva,e ditou em um tom alto.

-Não seja burro!Você odiaria a escola militar!E afinal de contas,oque tem demais em uma casa de acolhimento do McDonalds?

-Isso mesmo. Disse a infermeira palhaça,que logo após olhou para um corredor.

-Ó!Lá vem o comite de boas-vindas! Ela disse com um sorriso largo na face,e logo depois fechou a janela com uma portinha retrátil.A mesma que há nas lojas,que sobem e descem.

Minha assistente social olhou em meus olhos novamente.

-Olha,eu tenho que ir.Você ficara bem.Até mais. Ela se virou de costas e saio pela mesma porta que entramos no local,que depois se fechou.Eu corri para a mesma,e dei vários murros,enquanto gritava.

-NÃO!NÃO ME DEIXA SOZINHO,POR FAVOR!ME AJUDA!

De nada adiantava.Eu me afastei,e olhei para o corredor.Eu pude escutar risadas,e depois sombras vindo em minha direção.

Eu corri para um canto,olhando tudo aquilo que estava ocorrendo.Eu pude ver pessoas,com trajes de enfermeiros,usando maquiajens de Ronald McDonalds,igual a enfermeira que me recebeu.Eles seguravam ferramentas metálicas,e se aproximavam cada vez mais,com sorrisos em seus rostos,enquanto soltavam gargalhadas e risos.

-FIQUEM LONGE DE MIM!

Eles me cercaram.Era homens e mulheres.Um deles colocou a mão em minha boca,impedindo meus gritos,e logo depois eu pude sentir uma agulhada no ombro.Ele tinha injetado algo em mim através de uma seringa.Após isso,todos riram.Eu senti meus olhos pesados,e escorreguei ao chão,quase desacordado.Um sorriso se formou em meu rosto,contra minha vontade.Então o enfermeiro-palhaço que me atacou chegou perto de mim,e as únicas palavras que eu pude escutar antes de desmaiar foram:

-Você sorrira muito conosco.Hahaha!

Depois de muito tempo desacordado,eu abri meus olhos,que giraram.Não sabia que tipo de droga eles haviam me dado.Eu olhei ao meu redor.Eu estava em uma maca de hospital,dentro de um quartinho branco,vestindo uma roupa de hospital.Eu olhei para o lado e vi uma porta.

Em um impulso,eu levantei da cama,e cai no chão.Me segurei para não soltar qualquer som de dor.Eu me arrastei até a porta da salinha,tentando abri-la,más estava trancada,com um cadiado.

-Merda,merda!

Eu então coloquei meu ouvido contra a porta,onde pude escutar sons de gritos,seguidos de risadas.Minha espinha gelou.Aquilo com certeza não era uma casa de acolhimento.Aquilo com certeza não era uma Casa Ronald McDonalds,não como eu vi nas fotos.Eu então me arrastei até minha mochila.Abri a mesma,e a única coisa dentro era o meu álbum.Más na frente,estava escrito em vermelho "Olhe as fotos".Eu não deveria ter feito aquilo,más fui curioso.Eu abri.Me choquei com o que vi.Eram as fotos de cenas de crime,porém as vítimas...as vítimas...eram pessoas...que eu conhecia...e muito bem.Eram as pessoas das familias que me acolheram.Eu começei a chorar,ao ver as fotos das mães que eu tive,todas mortas.Eu não aguentei,meu estomago revirou,e eu vomitei.Voltei a olha o álbum,virando cada folha rapidamente,vendo meus pais,tios,irmãos,todos mortos,com as tripas pra fora.Más o pior era na última página.Eu vi minha assistente social,indo até a van.Depois outra imagem dela,olhando pra trás.Agora ela aparece gritando.Depois em outra foto,ela aparece caida no chão,ao lado da van.Depois uma outra foto.Era a mesma enfermeira palhaça que nos recebeu,jogando um líquido no corpo da assistente.E logo depois,jogando um esqueiro,a incendiando.A enfermeira ria,ria com um sorriso psicótico.Eu vomitei denovo,enquanto fechava meu álbum.

-Não,isso não pode ficar assim.Eu tenho que sair daqui. Pensei comigo mesmo.

Eu peguei minha mochila,e descompactei o bolso da frente.Tinha que estar ali.O grampo,que eu usava para destravar portas e roubar casas.Afinal,como sempre disse,eu nunca fui um bom garoto.Minha mão deslisou no tecido macio da mochila,até tocar em algo metálico.Dei um suspiro de alívio.Eu me levantei,e dei uns passos para trás,com uma leve tontura.Fui até a porta,onde coloquei o grampo no cadeado,e o destravei,mais rápido doque eu imaginava.Eu abri um pouco a porta,deixei uma pequena fresta,onde pude ver um corredor,que tinha outros dois corredores em seu meio,quase como um labirinto.Eu quase infartei ao ver um enfermeiro palhaço vindo em minha direção.Eu ia fechar,más ele virou para o outro corredor.Dei um suspiro.

Respirei fundo,e abri a porta,saindo de lá,logo em seguida a fechando atrás de mim.Eu podia escutar gritos de pessoas,seguidos de risadas.Eu andei pelo corredor,com passos silenciosos.Eu tinha que sair dali,eu não podia morrer assim,não mesmo.Enquanto andava,escutei o choro de uma criança em uma porta ao meu lado,igual a que tinha em meu quartinho.Eu tentei abri-la,más escutei passos,e então corri para o outro corredor,me escondendo.Eu olhei me enclinando,e pude ver dois enfermeiros palhaço,com seus uniformes sujos de sangue.Eles abriam a porta onde o menino estava,e adentraram no recinto,o fechando e trancando logo em seguida.Eu queria ter ajudado,más eu não podia,ou poderia ser descoberto.

Eu continuei minha caminhada pelos corredores brancos,até encontrar uma porta no fundo de um dos corredores,com o símobolo verde "Exit" encima da mesma.Eu fui até a porta.Era minha salvação.Coloquei meu palmar destro na maçaneta,e a girei devagar,sem fazer nenhum barulho.Ela estava aberta,eu abri levemente,e a fechei depois.Escadas sem fim estavam em minha frente.Eu desci devagar,com calma,até ver em minha frente uma porta com o número 5 escrito em vermelho.Isso significava que eu estava no quinto andar.Eu desci tudo,depois de um longo período.Meus olhos então fitaram em uma enfermeira vindo em minha direção.Eu gelei.Eu tentei subir,más ela já tinha me visto.Eu tinha que lutar com ela,para sobreviver.Ela chegou perto de mim,tentando me imobilizar.Eu não deixei.Ela ditou:

-Parece que temos um garoto mal criado.Você vai para a sala do cantinho,pensar pelo que você fez,Haha!

-Nunca,vadia

Eu dei um empurrão nela,enquanto segurava seus braços,lhe deiuma cabeçada.Ela deu passos para trás,com os olhos fechados,até escorregar no corrimão,e cair para trás.Ela gritou,e caio.Eu pude ouvir o som do impacto,más respirei aliviado,não apenas de sobreviver,más de que ninguém havia notado.

Eu agora acelerei meus passos.Eu não podia ficar lá nenhum segundo mais.Desci todas as escadas correndo,abrindo todas as portas,até chegar na porta com o número 1.Eu a abri.Agora estava em uma sala grande,com mais uma porta de escadas na parede,porém algo me chamou a atenção.

Eu pude ver duas portas,com uma grande cruz vermelha brilhante no meio.Eu não devia abrir,más fui curioso denovo,oque me ferrou novamente.Eu preençei meu ouvido contra a porta,onde pude escutar sons de aparelhos de hospital.Eu sabia que não deveria abrir,más não resisti a tentação.Movi minha mão até a maçaneta,que estava aberta.Eu empurrei levemente,e vi oque assombra minhas memórias até hoje.Eu vi uma sala,com luzes piscando.Meus olhos fitaram em várias...várias crianças,cruicificadas em cruzes de madeira,com tubos saindo de seus pulsos.Elas olhavam para o nada,com os olhos fechados,já mortas.Todas nuas.Os tubos,terminavam em um,um cilindro enorme no meio da sala,com um grande "M" no meio.O M de McDonalds.Aquele cilindro,com 3 metros de altura,tava sugando o sangue das crianças já mortas.Meus olhos começaram a lacrimejar.Um grande energia veio de dentro de mim,que subiu até minha garganta.Eu tentei segurar,más não concegui.Eu gritei,enquanto lágrimas saiam de meus olhos.

-QUE PORRA É ESSA!?

Um alarme começou a apitar.Eles deviam ter percebido meu desaparecimento.Eu corri para as escadas.Eu desci tão rápido,que nem andava,apenas rolava.Eu corri,ofegante,chorando.Eu pude ver uma porta no corredor,enquanto o alarme soava,e eu podia ouvir risos altos atrás de mim.Eles estavam me seguindo.Eles me encontraram.Eu abri a porta,onde dei em um beco.Eu vi um bueiro e abri o mesmo.Entrei dentro dos esgotos,e fechei o bueiro,tampando as risadas.Corri em meio a água,por longos metros,até ver uma escada.Eu corri até a mesma,exausto.Abri o bueiro,e sai de lá,chorando.

Eu concegui.A chuva caia sobre mim,que era bem vinda.Eu estava em meio a prédios abandonados.Já estava de noite,más postes de luz iluminavam a rua.Eu andei,clamando por socorro.

-SOCORRO!TEM ALGUÉM AI!ALGUÉM,POR FAVOR!ALGUÉM PODE ME OUVIR!

De nada adiantava.Eu continuei caminhando,enquanto a chuva caia sobre minha pele.Eu então senti algo macio embaixo de meu pé.Era um jornal,que marcava a data 16 de Junho de 2006.Eu voltei a gritar.

-ALGUÉM,POR FAVOR!!!

Gritei até ficar roco,até não conceguir mais falar.Eu continuei a andar,até ver no final da rua,uma grande luz.

Eu me aproximei.Era um restaurante.Más não era qualquer restaurante.Ele ostentava um grande M amarelo,que brilhava em meio a escuridão da noite.Eu adentrei em seu interior.Não havia ninguém.Eu caminhei entre as mesas,até meus olhos fitarem em um caderno,ao lado de uma mesa,encima de uma das mesmas.Eu o apalpei.O abri.E agora estou escrevendo isso para que alguém encontre no futuro.Se você está lendo,quero que faça uma coisa por mim.Quero que vingue a morte de todas aquelas crianças.Conte tudo,a todos que puder.Quero que todos saibam a verdade sobre a Casa Ronald McDonalds.Eu não posso mais fazer isso.Não posso mais viver,não com tudo que eu vi guardado em minha memória.Enquanto eu escrevo,um cartaz do Ronald McDonalds está olhando para mim.Ele está sorrindo.Eu quase posso escutar suas risadas dentro de minha mente.Eu também estou sorrindo agora,e também estou rindo.

-Ha...ha...ha...

O restante da carta está coberto de sangue,sendo impossível a leitura da mesma.

Interferência de bloqueador de anúncios detectada!


A Wikia é um site grátis que ganha dinheiro com publicidade. Nós temos uma experiência modificada para leitores usando bloqueadores de anúncios

A Wikia não é acessível se você fez outras modificações. Remova o bloqueador de anúncios personalizado para que a página carregue como esperado.

Também no FANDOM

Wiki aleatória